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Rio Grande do Sul Número de mortes por covid entre os gaúchos se manteve em agosto no menor nível desde o início da pandemia

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Caso de Elma Clara de Souza repercutiu em todo o País. (Foto: EBC)

Dados do portal estatístico da Secretaria da Saúde contabilizam 18 mortes por covid no Rio Grande do Sul em agosto, mesmo número de julho – que tem 31 dias. Trata-se da mais baixa ocorrência mensal de perdas humanas para a doença entre os gaúchos desde a confirmação da chegada da pandemia ao Estado, em março de 2020. Os números estão sujeitos a revisão.

Naquele mês foram registrados quatro óbitos por coronavírus, mas como o anúncio oficial foi realizado no dia 10, pode-se descartar esse mês inicial para fins de análise comparativa. Desde então, os desfechos fatais no mapa gaúcho chegam a 42.458, em meio a mais de 3,05 milhões de contágios conhecidos.

Para se ter uma ideia da retração da mortalidade causada pela covid, no mês com maior contingente de falecimentos por esse motivo – março de 2021 – sucumbiram 8.450 pacientes. Essa queda se deve principalmente ao avanço da vacinação em todo o País, contribuindo para reduzir a incidência de casos graves da doença.

Dos registros de contágio conhecidos até agora em território gaúcho, em mais de 3,01 milhões o paciente já se recuperou (aproximadamente 99% do total). Outros 537 (menos de 1%) são considerados casos ativos, ou seja, a pessoa está infectada e com possibilidade de transmitir a doença para outros indivíduos.

Nesta sexta-feira, 1º de setembro, foram informados 110 novos testes positivos e mais dois óbitos. Já as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada à covid totalizam até agora 133.809 (cerca de 4% casos de contágio).

Novo Tiradentes (Região Norte do Estado) permanece com o status de único dentre os 497 municípios gaúchos sem perdas humanas para a covid. Também não registra novos casos desde junho – o número estagnou em 577. Os detalhes podem ser conferidos em ti.saude.rs.gov.br/covid19.

Vacinação na Capital

Em Porto Alegre, a Secretaria da Saúde de Porto Alegre interrompe neste fim de semana a oferta de vacinas contra covid. O serviço será retomado normalmente na segunda-feira (4) em dezenas de postos da rede municipal.

– Estão disponíveis as duas doses básicas dos 6 meses em diante, bem como primeiro e segundo reforços (a partir de 12 e 18 anos, respectivamente).

– Também prossegue a aplicação do imunizante bivalente para todos que já completaram 18 anos, bem como profissionais da saúde, gestantes, puérperas e, a partir dos 12 anos, pessoas com comorbidades, deficiência permanente ou baixa imunidade.

Nos procedimentos a partir da primeira dose do esquema primário, os intervalos mínimos entre cada injeção variam de 28 dias a quatro meses. No caso dos pequenos entre 6 meses e 3 anos incompletos, são três aplicações com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda, seguida de uma espera de oito semanas até a terceira.

Para adolescentes e adultos, em aplicações de primeira dose deve ser apresentada identidade com CPF. Não é exigido o comprovante de residência. A gurizada até 12 anos, por sua vez, não necessita de prescrição médica mas é solicitado o cartão de vacinação contra outras doenças. Mãe, pai ou responsável devem estar presentes – ou outro adulto, mediante autorização por escrito.

Depois da primeira injeção é obrigatório o cartão de controle fornecido pelo agente de saúde. Pode se dirigir aos locais indicados quem recebeu Coronavac há pelo menos 28 dias, ao passo que os contemplados com Oxford e Pfizer devem aguardar intervalo de quatro meses entre as duas “picadas”.

Já para o primeiro e segundo reforços é solicitada a mesma documentação da segunda dose do ciclo básico de imunização. O cartão de controle deve comprovar a conclusão do esquema de imunização completo (duas doses ou aplicação única da Janssen, mais a primeira injeção adicional) há pelo menos quatro meses.

Na vacina bivalente, por sua vez, a exigência é de que o indivíduo já tenha completado há pelo menos quatro meses o esquema primário (duas doses de Coronavac, Oxford e Pfizer ou dose única da Janssen) ou básico (que inclui o primeiro reforço).

(Marcello Campos)

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