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Brasil Alexandre de Moraes diz que encontrou o presidente do Banco Central para tratar da lei Magnitsky

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A lei Magnitsky impõe sanções financeiras a estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos

Foto: Divulgação/Rosinei Coutinho/STF e Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil
Moraes (E) procurou Galípolo (D) ao menos quatro vezes para pressionar em favor do Master. (Foto: Divulgação/Rosinei Coutinho/STF e Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, disse nesta terça-feira (23), que as reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foram para tratar de efeitos da Lei Magnitsky, imposta pelo presidente americano Donald Trump contra o magistrado em julho. Em nota na mesma manhã, o BC confirmou essa mesma versão.

As declarações de Moraes ocorrem após a publicação de informações de que ele supostamente teria pressionado Galípolo e a autoridade monetária a aprovarem uma solução para o Banco Master, que acabou liquidado pelo BC em 18 de novembro, no contexto de um inquérito que apura fraudes bilionárias no mercado de crédito.

As notas do ministro do STF e da presidência do Banco Central não citam o caso Master. A informação sobre a conversa entre Moraes e Galípolo foi publicada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

A lei Magnitsky impõe sanções financeiras a estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos. O dispositivo legal à disposição do Departamento de Tesouro dos Estados Unidos nunca havia sido utilizado contra membros do Poder Judiciário.

A nota de Moraes diz ainda que, no mesmo contexto da Magnitsky, falou com a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, o presidente do BTG, Roberto Sallouti, além de vice-presidentes de Itaú e Santander. A primeira versão da nota citava o Bradesco em vez do Santander, mas depois foi alterada.

Consultado, o BB confirmou a realização da reunião entre Tarciana Medeiros e Moraes. O Bradesco disse que não comentaria o tema. Já Febraban, BTG, Itaú Unibanco e Santander não responderam.

“Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito”, completou o ministro, hoje vice-presidente do Supremo.

Moraes foi sancionado em julho em um contexto de pressão da Casa Branca para que ele recuasse no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por liderar uma organização criminosa em uma tentativa de golpe de Estado.

Já a advogada Viviani Barci, mulher de Moraes, foi incluída na lista mantida pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros em setembro, num gesto de retaliação após a Primeira Turma do STF condenar Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão.

No último dia 12, porém, Trump retirou o ministro e Viviane a lista de alvos da sanção pela Magnitsky. Nos últimos meses, o presidente americano tem se reaproximado do governo brasileiro e teve encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os negócios da família Moraes se tornaram alvo de escrutínio após o escândalo do Master, que tem o escritório liderado por Viviane como seu representante legal nos tribunais, no Congresso e na Receita Federal. Conforme revelado pelo O Globo, a empresa firmou contrato com o banco de Daniel Vorcaro que lhe garante R$ 3,6 milhões por mês entre 2024 e 2027. Caso o contrato tivesse sido cumprido integralmente, o escritório Barci de Moraes receberia R$ 129 milhões até o início de 2027.

 

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Marcio Carraro
24 de dezembro de 2025 13:42

O BRASIL NÃO É PARA AMADORES.. NUM PAIS SERIOS , O CARECA JA ESTARIA NO MINIMO PRESO, MAS AQUI TUDO VALE…VIVA A REPUBLICA CADA VEZ MAIS DAS BANANAS..

Vanderlei Stefani
24 de dezembro de 2025 15:42

A mídia rapidamente se uniu contra Moraes, como nos velhos tempos da República de Curitiba. Moro está tentando montar esse cavalo selado. Vai ser difícil, porque o sujeito é queimado. Mas nada é impossível para a imprensa brasileira em sua sede de vingança contra o Supremo

Vanderlei Stefani
24 de dezembro de 2025 19:02

Sonha, Marcelino

Cezar Roldão Schuaste
24 de dezembro de 2025 17:14

Xandão a Papuda te espera🤞⏲⏰

Fernando Krause
24 de dezembro de 2025 20:30

Vavá, teu chefe criminoso triplamente condenado não deveria ter saído da prisão.

Vanderlei Stefani
24 de dezembro de 2025 20:20

Fêfê, o teu chefe tá no presídio

Fernando Krause
24 de dezembro de 2025 19:07

Deverias escrever isso para o cumpanhero Galípolo e demais diretores indicados pelo lulopetismo para o Bacen, afinal, o Bacen independente é quem regula a Selic e quem liquidou o banco Master…

Vanderlei Stefani
24 de dezembro de 2025 19:02

A hipocrisia da velha mídia: Atacam o STF para proteger o lucro dos bancos A “velha mídia” voltou a vestir a fantasia da moralidade, mas o motivo é o bolso, não a ética. Segundo artigo contundente do Brasil 247, os editoriais recentes da Folha e do Estadão atacando o STF são uma cortina de fumaça para proteger o “consórcio da Faria Lima” e blindar o poder financeiro. A hipocrisia é gritante: enquanto apontam o dedo para os ministros, esses jornais naturalizam a maior corrupção do país, que é a “legalizada” via juros pornográficos de cerca de 15% que sangram a… Leia mais »

Vanderlei Stefani
24 de dezembro de 2025 19:14

Malu Gaspar, a colunista do Globo que acusou Alexandre de Moraes de fazer lobby para o Master, ainda está fora do ar no jornal. Mas voltará. Sua última nota foi publicada às 4h01min da madrugada de terça-feira, sobre a decisão de Cláudio Castro de concorrer ao Senado pelo Rio. Depois, nem mesmo uma vírgula. Mandaram a jornalista se recolher, para que busque provas contra Moraes. É a missão de todos os jornais. A aposta no pool Globo-Folha-Estadão é saber quem vai derrubar Moraes. A cabeça do ministro é o troféu em disputa pelos três e será entregue à Faria Lima,… Leia mais »

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