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Política “Amplo e democrático”, presidente da Câmara dos Deputados defende permanência do orçamento secreto

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Lira também disse que “o Congresso vem tratando da sociedade, daqueles municípios mais distantes e mais carentes, de uma forma mais evidente”

Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados
(Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu, em evento da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas) nesta segunda-feira (21), a permanência do orçamento secreto, afirmando que ele é “amplo e democrático”.

Lira também disse que “o Congresso vem tratando da sociedade, daqueles municípios mais distantes e mais carentes, de uma forma mais evidente”. “O orçamento malfadado, que chamam de secreto, é municipalista, amplo, democrático”, destacou.

O parlamentar negou que orçamento secreto tenha sido feito para privilegiar o atual governo, avaliando que o orçamento federal “é fruto de discussão, debate, votação, remanejamento e fiscalização do Poder Legislativo”, acrescentando que o Poder Executivo somente “tem que executar”.

Lira também disse que sempre trabalhou para que as prerrogativas “permaneçam e cresçam para que se chegue no limite do constitucional, e ali não se avance um milímetro e também não se recue um milímetro”.

O presidente da Câmara também destacou que os integrantes do Legislativo representam os 5.500 municípios do Brasil e federações dos estados, argumentando que “a mesma urna que elegeu o parlamentar, elegeu o presidente da República, elegeu os governadores”.

Tempo “exíguo” para PEC

Arthur Lira também afirmou no evento que o tempo é “exíguo” para a tramitação da PEC do Estouro no Congresso Nacional e disse esperar que ela tenha um texto “minimamente equivalente” nas duas Casas Legislativas para que seja aprovada.

Porém, observou que ela é “tratada basicamente pela equipe de transição”. “Não houve sequer uma reunião conjunta entre Câmara e Senado”, disse ele. A apresentação formal da proposta deverá ser feita até terça-feira (22), de acordo com o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), responsável por representar o gabinete de transição nas discussões relacionadas ao Orçamento de 2023.

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1 Comentário
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Eloa Guterres
21 de novembro de 2022 23:57

Vagabundo pilantra da turma do Bolsonaro, quer continuar com orcamento secreto! Porque será?? Deve tr o rabo preso também!! Se o Lula, aceitar isso vsi perder todo apoio que teve e vai ter. Mas duvido que ele vá aceitar isso!! O brasil! Precisa ser limpo e nada de secreto. Só se tiverem roubando.

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