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Saúde Anvisa prorroga por um ano o uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid

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Decisão permite que CoronaVac continue em uso: entre as vacinas liberadas no país, ela é a única com aprovação apenas para uso emergencial. Pfizer, Janssen e AstraZeneca têm o registro definitivo.

Foto: Reprodução
Decisão permite que CoronaVac continue em uso: entre as vacinas liberadas no país, ela é a única com aprovação apenas para uso emergencial. Pfizer, Janssen e AstraZeneca têm o registro definitivo. (Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) decidiu nesta quinta-feira (12) prorrogar por mais um ano a regra que permite o uso emergencial de vacinas e medicamentos contra a Covid-19.

“O principal objetivo da medida é de não impactar o fornecimento de vacinas e medicamentos contra a Covid-19 à população brasileira. A revisão foi necessária já que, em decorrência do fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarada pelo Ministério da Saúde, as Autorizações de Uso Emergencial (AUE) perderiam automaticamente a sua validade”, informou a Anvisa.

Entre os imunizantes em uso no País, a CoronaVac é o único com aprovação apenas para uso emergencial. Pfizer, Janssen e AstraZeneca já obtiveram o registro definitivo. Com a medida, não há impedimento legal para que a vacina seja mantida no programa nacional de vacinação contra a Covid.

Em abril, o Ministério da Saúde pediu à agência que autorizasse a manutenção, por até um ano, do uso emergencial de alguns produtos para combater a Covid-19, como o imunizante produzido pelo Instituto Butantan.

A medida ocorre após o governo federal de decretar o fim da emergência de saúde pública relacionada à Covid-19 no Brasil.

CoronaVac para crianças

Mesmo sem o registro definitivo, a Anvisa já atestou a segurança e a eficácia da CoronaVac. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou à agência que mantenha por mais um ano a autorização para o uso emergencial.

A ideia do governo federal é continuar usando a vacina – mas só em crianças e adolescentes de 5 a 18 anos.

“Em adultos, esse imunizante, eu penso que é um consenso nos países que têm agencias regulatórias do porte da Anvisa, que ele não é utilizado para o esquema vacinal primário. Ele pode ser usado para o esquema vacinal primário aqui no Brasil para a faixa etária compreendida entre 5 e 18 anos”, disse o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em abril.

Imunizados

Os dados do consórcio de veículos de imprensa desta quinta mostram que 165.033.881 brasileiros estão totalmente imunizados ao tomar a segunda dose ou a dose única de vacinas. Este número representa 76,82% da população total do país. A dose de reforço foi aplicada em 89.136.404 pessoas, o que corresponde a 41,49% da população.

A população com 5 anos de idade ou mais (ou seja, a população vacinável) que está parcialmente imunizada é de 88,76% e a população com 5 anos ou mais que está totalmente imunizada é de 82,45%. A dose de reforço foi aplicada em 55,1% da população com 18 anos de idade ou mais, faixa de idade que atualmente pode receber o reforço da vacinação.

No total, 12.038.967 doses foram aplicadas em crianças, que estão parcialmente imunizadas. Este número representa quase 58,73% da população nessa faixa de idade que tomou a primeira dose. Ainda nesta faixa, 5.956.045 estão totalmente imunizadas ao tomar a segunda dose de vacinas, o que corresponde a 29,05% da população deste grupo.

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