Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 14 de julho de 2015
A situação da meningite no Rio Grande do Sul foi tratada em reunião nessa segunda-feira com integrantes da SES (Secretaria Estadual da Saúde), da Associação dos Municípios da Região Metropolitana e do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do RS. Eles foram recebidos pelo secretário estadual, João Gabbardo dos Reis, em Porto Alegre.
Apesar da moléstia contabilizar dez mortes neste ano, uma nota conjunta reitera que o momento é de “normalidade”, conforme texto disponível no site da SES. O Estado vem monitorando a situação da doença meningocócica – causada por uma bactéria que possui sorogrupos. Os mais frequentes são A, B, C, Y e W. A transmissão se dá pelo contato pessoa a pessoa, por meio das secreções respiratórias dos infectados. Esse tipo da doença está sob controle, segundo o secretário-adjunto da saúde, Francisco Paz.
Dos dez óbitos, três são do tipo B, três do C e quatro ainda não têm identificação do meningococo. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira.
Paz informou que houve um problema localizado no bairro Vila Betânia, em Cachoeirinha (Região Metropolitana da capital gaúcha) – onde a estratégia foi vacinar a população até 20 anos contra a doença meningocócica C. Há cinco dias não há novos casos. O município registrou duas mortes (um menino de 8 anos e uma garota de 12). Para Paz, não existem fatores que justifiquem a vacinação em outras cidades.
Os órgãos afirmam que “todas as medidas necessárias para o controle da meningite em Cachoeirinha e demais municípios já foram adotadas de acordo com os protocolos clínicos do Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde”. Já são 48 casos em 2015.
Prevenção
A fim de prevenir a moléstia, medidas simples como higienizar as mãos, ventilar e limpar ambientes e ter cuidado com alimentos podem evitar o contágio. Há também outro tipo de meningite: a viral. Na maioria dos casos, os enterovírus são os responsáveis pela transmissão.
Os comentários estão desativados.