Sábado, 18 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 4 de agosto de 2022
A tragédia matou 242 pessoas e feriu mais de 600 em janeiro de 2013
Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoO MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal), na noite de quarta-feira (03), a revogação da soltura dos quatro quatro réus condenados pelo incêndio na Boate Kiss, localizada em Santa Maria.
Elissandro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, sócios da casa noturna; Luciano Bonilha Leão, produtor da banda Gurizada Fandangueira; e Marcelo de Jesus dos Santos, músico do grupo; foram soltos após o TJ-RS (Tribunal de Justiça do RS) anular, no fim da tarde da quarta, o júri que condenou os réus pela tragédia que matou 242 pessoas e feriu mais de 600 na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013.
O julgamento foi realizado em dezembro do ano passado, em Porto Alegre. Os réus foram condenados a penas que variam entre 18 e 22 anos de prisão. Os advogados dos condenados alegaram nulidades no processo e no júri. Os desembargadores da 1ª Câmara Criminal do TJ-RS decidiram, por 2 votos a 1, anular o júri e submeter os réus a um novo julgamento, ainda sem data definida.
O caso Kiss foi o julgamento mais longo da história do Poder Judiciário gaúcho. Presidido pelo juiz Orlando Faccini Neto, o júri durou dez dias na Capital gaúcha.
Após a decisão do TJ-RS, que gerou revolta entre familiares das vítimas, o MP-RS afirmou que “lamenta o resultado da sessão de julgamento da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que anulou o júri do caso Kiss”.
“O MP-RS está inconformado, pois confia na legalidade do processo e já trabalha para reverter a decisão, como ocorreu nesse mesmo processo em situações anteriores. É preciso destacar que a anulação do julgamento não significa a absolvição dos réus”, disse o órgão em nota.
Voltar Todas de Rio Grande do Sul
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Seria cômico se não fosse trágico.
Desembargadores do Tribunal gaucho simplismente promoveram a impunidade, isto é uma vergonha! Aliás por finigranas burocraticas soltamos criminosos da maior tragedia do RS. Vamos bater palma a vossas exelencias os desembargadores. Pobre cidadão gaúcho!
Juizes covardes, levaram anos para mexer nesse vespeiro, por pura covardia. Agora vem os desembargadores, cuja palavra significa dessamarrar, desatar, desobstruir, e fazem exatamente o contrário, amarra, obstruem. Incompetentes, patetas, comedores de lagosta que vivem em seus prédios de mármore e granito e não merecem o salário que ganham. Vergonha.
Tá difícil confiar na justiça brasileira.
Depois que o STF rasgou a constituição, não acredito mais…
SOU PATRIOTA E GAUCHO DE CORAÇÃO, MAS SINTO NO MOMENTO MUITA VERGONHA DE PESSOAS QUE ERAM PRA ESTÁR DEFENDENDO A POPULAÇÃO GAUCHA, ESTÃO AGINDO NA CONTRAMÃO DE DIREÇÃO, O QUE MAIS SABEM É USAR PALAVRAS QUE A POPULAÇÃO E INCLUSIVE EU NEM SOUBEBOS O SIGNIFICADO, O QUE SE PODE VER É A IMPUNIDADE SOLTA, ESTOU TOTALMENTE SEM PALAVRAS…….
O que virou o TJ RS, trabalham o tempo todo contra o povo gaúcho, essa da Kis é vergonhoso, é zombar do povo. O assassinato de 242 jovens vai ficar impune, por decisão do TJ RS, mais do que serem inúteis, são prejudiciais a sociedade.
Eu acho, que os donos da casa deveriam ter ficado presos. Compete a eles manter a segurança das pessoas, coisa que nao fizeram. Tenho até dó dos músicos, perderam um músico nessa falta de prevenção da casa. Ne extintor e saidas tinha esse lugar. Lamento a dor das famílias!
Mais uma vez vou falar dos músicos. Lembro, que os seguranças nao deixavam as passoas sairem sem pagar as comendas. Portanto os unicos culpados são os donos da boate e nao dos músicos. Deixar bem claro, nem conheço os músicos que estavam ali trabalhando e um deles morreu!!