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Política Após desfiliação de João Amoêdo, Novo afirma que é “um partido político democrático e sem dono”

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Ex-presidenciável disse que o partido "estimula ações contra a democracia"

Foto: Divulgação
Ex-presidenciável disse que o partido "estimula ações contra a democracia". (Foto: Divulgação)

Candidato à Presidência da República em 2018, João Amoêdo anunciou, na sexta-feira (25), a sua desfiliação do partido Novo. O empresário é um dos fundadores da legenda.

“Com muito pesar, me desfilio do partido que fundei, financiei e para o qual trabalhei desde 2010”, afirmou Amoêdo. “Infelizmente, o Novo, fundado em 2011 e pelo qual trabalhamos por mais de dez anos, não existe mais”, prosseguiu.

“O Novo atual descumpre o próprio estatuto, aparelha a sua Comissão de Ética para calar filiados, faz coligações apenas por interesses eleitorais, idolatra mandatários, não reconhece os erros, ataca os Poderes constituídos da República e estimula ações contra a democracia”, declarou Amoêdo, que anunciou apoio a Lula (PT) no segundo turno da eleição presidencial.

Após a saída do empresário, o Novo afirmou que é “um partido político democrático e sem dono”. “O Partido Novo respeita a trajetória de João Amoêdo e sua participação na história da sigla, mas lamenta profundamente tais declarações graves e infundadas. Infelizmente, por atitudes e palavras como essas, ele se afastou cada vez mais dos princípios, das ideias e das pessoas do partido”, disse a legenda em nota.

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