Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 15 de maio de 2022
Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, governo está fazendo reforma administrativa "invisível", com baixos reajustes e menos concursos
Foto: Edu Andrade/ASCOM/Ministério da EconomiaOs gastos do governo com pessoal, que atingiram em 2021 a menor marca da série histórica, devem continuar caindo nos próximos anos em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), segundo previsão do projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2023 enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional.
Em 2021, os gastos com pessoal foram de 3,8% do PIB. A previsão da equipe econômica é que cheguem a 3,1% em 2025. A série histórica dos gastos com pessoal começou em 1997. A comparação dos gastos em relação ao PIB é considerada a mais adequada por especialistas.
Mesmo caindo na proporção com o PIB, de acordo com o Ministério da Economia, os gastos com pessoal devem ter um aumento em números absolutos nos próximos anos, passando de R$ 348,1 bilhões em 2022 para R$ 363,1 bilhões em 2025.
Segundo o Ministério da Economia, a previsão de queda nos gastos com pessoal nos próximos anos, na comparação com o PIB, leva em conta: a manutenção da atual folha de servidores; os reajustes já contratados; previsão de contratações para 2022 — além do valor de R$ 11,7 bilhões reservado para reajustes em 2023.
Reforma administrativa “invisível”
Em evento realizado em fevereiro deste ano, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a área econômica vem implementando uma reforma administrativa “invisível” nos últimos anos, ou seja, sem a necessidade de mudança nas leis.
Segundo ele, o atual governo agiu ao contrário dos anteriores, que contrataram 160 mil funcionários e concederam aumento de 50% acima da inflação aos servidores.
“Enquanto a população brasileira está nesse sufoco total, com crise de estagnação econômica, tinha corrupção na política, um caos instaurado no Brasil. E havia uma percepção em Brasília de que aquilo era uma ilha da fantasia, que aquilo estava acima do Brasil. Ao invés de serem servidores públicos, eram autoridades. Nós estamos lembrando a todos que são servidores públicos”, declarou Guedes na ocasião.
O ministro também disse, naquele momento, que os servidores já têm estabilidade e estavam trabalhando em casa durante a pandemia e que, por isso, não seria razoável pedir aumento de salário.
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Parabéns, ministro!
O câncer do Brasil é a máquina pública inchada irresponsavelmente nas últimas décadas. Coloquem nessa conta, o valor pago com aposentados e pensionistas e o total será maior que o PIB de dezenas de países!
Manda ver, Bolsonaro!!
Quanta mentira. Nenhuma categoria teve aumento real de salários nos últimos anos. a maioria nem teve reposição da inflação. O que Guedes e Bolsonaro querem é o fim dos serviços públicos para poderem matar o pobre. Eles estão revoltados com os servidores do SUS que evitaram milhões de mortes na covid ( o governo contava em contaminar 70% da populaçao = 150 milhões de brasileiros com uma taxa de mortalidade entre 2 e 4%, ou seja, morreriam aproximandamnete 5 milhões de pobres). Quer acabar com as cotas nas universidades, porque negros tem que trabalharem por um salário mínimo, que não… Leia mais »
Prezado, não é a Anitta que fala, são os números. Aposto que tu não sabes qual é a remunueração média de um servidor público no Brasil. Mas o pior é que tenho certeza que tu não sabes o quanto o pobre depende destes servidores. Parabéns a ti que não precisa do SUS (hospitalização, médicos, medicamentos, enfermeiros, atendentes de enfermagem, motoristas de ambulância, técnicos em raio-x, técnicos em tomografia e etc), que pode pagar um convênio de saúde (ou talvez nem disto precise, pode pagar um hospital e uti particular, mérito seu), não precisa colocar teus filhos em escolas públicas, desde… Leia mais »
“… o fim dos serviços públicos para poderem matar o pobre…” Tem gente ouvindo muito Anitta por aqui. Privatizar para diminuir mais a máquina púbblica. O erro é não fiscalizar direito.
Se o Mundo Quiser Acabar Con /
Economia Russa/
Manda Paulo Gedes e Sua Equipe?
Sem dúvida existe uma discrepância nos salários do legislativo e judiciário. Mas estes tem orçamentos que comportam os salários. Já Guedes e Bosolnaro querem estrangular os servidores do executivo. Quanto ao STF não deixar o governo trabalhar discordo. O governo fez a reforma da previdência e do trabalho, só para ferrar o trabalhador asalariado. Não impede uma única ação no âmbito econômico, o problema é que o governo não tem plano econômico. Qual o projeto de desenvolvimento e geração de empregos? Por que a PPI para a Petrobras ( o STF não intervem em nada, incluisve autorizou a privatização fatiada… Leia mais »
No Senado são 4.800 servidores, na Câmara de Deputados, são mais de 13.000, todos com remunerações acima de 15 Mil, fazem leis, para o STF (mais 1.800 servidores) dizer que é inconstitucional e não deixar o Executivo trabalhar…SMJ