Segunda-feira, 10 de Agosto de 2020

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Brasil Após ministro do Tribunal Superior do Trabalho declarar ilegal a greve dos petroleiros, categoria afirma que a paralisação continua

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Categoria realiza protestos em unidades da Petrobras

Foto: Paulo Neves/FUP/Divulgação
Categoria realiza protestos em unidades da Petrobras. (Foto: Paulo Neves/FUP/Divulgação)

A FUP (Federação Única dos Petroleiros) afirmou nesta terça-feira (18) que irá recorrer da decisão do ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, do TST (Tribunal Superior do Trabalho), e que a greve da categoria continua.

Na véspera, o ministro do TST considerou a greve dos petroleiros ilegal e abusiva, atendendo a pedido da Petrobras. Ele autorizou que a estatal tome “medidas administrativas cabíveis”, como corte de salários, sanções disciplinares e demissão por justa causa.

A decisão afirma que a greve não pode permanecer nos moldes em que está. Segundo o ministro, a paralisação tem motivação política, desrespeita a lei de greve e as ordens judiciais para manter um percentual mínimo de trabalhadores em atividade.

Em nota, a FUP afirmou que a paralisação entrou nesta terça-feira no 18º dia, informando que orientou “que os petroleiros mantenham a greve e sigam as recomendações dos sindicatos em relação às tentativas de intimidação e assédio dos gestores da Petrobras”.

Entre as reivindicações da categoria, segundo a entidade, estão as demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná, o descumprimento do acordo coletivo de trabalho, as privatizações e o alto preço dos combustíveis.

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