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Brasil Após queda de rochas em Minas Gerais, governo federal identifica 500 áreas turísticas em “risco iminente”

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Tragédia em Capitólio deixou dez mortos e mais de 30 feridos

Foto: Reprodução de vídeo
Tragédia em Capitólio deixou dez mortos e mais de 30 feridos. (Foto: Reprodução de vídeo)

Após a queda de rochas sobre lanchas em Capitólio, em Minas Gerais, que deixou dez mortos e mais de 30 feridos no dia 8 deste mês, as investigações visam, além de identificar as causas e culpados pela tragédia, prevenir novos desastres.

Prefeituras, Estados e o governo federal estão colocando em prática medidas e inspeções para evitar acidentes no turismo de aventura. No entanto, não há lei que obrigue os estudos de risco ou vistorias em áreas remotas, onde ficam os cânions.

Segundo o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, o Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia, identificou 500 áreas onde há risco de desastres. “Já vamos disponibilizar 500 áreas em risco iminente. Quero fazer isso o mais rápido possível, para ontem. Para que a gente possa cada vez mais oferecer mais segurança ao turista, envolver os Estados e municípios, que são lá na ponta, na capilaridade”, disse o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

Pela lei, as inspeções e estudos de risco só precisam ser realizados em áreas urbanas. Em locais remotos, onde ficam os cânions, falésias, cavernas e cachoeiras, ficam de fora da obrigatoriedade, mas especialistas são categóricos: esse monitoramento das regiões rurais e turísticas são fundamentais para prevenir acidentes naturais como o de Capitólio.

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