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Mundo Argentina vota neste domingo para renovar Senado e Câmara de Deputados

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Com a votação, os governistas podem perder controle do Senado. País vive um período de alta inflação

Foto: Reprodução
Com a votação, os governistas podem perder controle do Senado. País vive um período de alta inflação. (Foto: Reprodução)

Os eleitores da Argentina votam neste domingo (14) para renovar parte dos representantes no Legislativo. Metade da Câmara dos Deputados e um terço do Senado serão eleitos.

A Câmara Nacional Eleitoral, a autoridade eleitoral argentina, estima que a participação deve ser alta, em torno de 73% dos eleitores. Isso porque a pandemia está menos severa neste momento. A expectativa é que os resultados provisórios comecem a ser divulgados às 21h30.

Governistas devem perder maioria no Senado

Na Argentina, o vice-presidente também tem o cargo de presidente do Senado. Portanto, o cargo é ocupado por Cristina Kirchner. Hoje, ela consegue controlar, pois a maioria dos senadores é da coligação governista, a Frente de Todos.

A oposição é liderada pela frente Juntos pela Mudança. Há indicações de que a Frente de Todos pode perder seis senadores e ficar com um total de 35 (menos do que a maioria absoluta necessária para aprovar leis).

La Pampa é um reduto tradicional do peronismo (corrente política do atual governo), mas pode ser que os candidatos governistas percam as eleições lá. Outro local onde os governistas podem perder senadores é em Chubut –lá, são duas vagas do Senado em jogo.

Em Córdoba, a Frente de Todos pode ficar até em terceiro lugar. As melhores chances dos candidatos governistas são em Tucumán e Catamarca.

Votação no geral

As pesquisas mostram que a aliança de oposição tem cerca de 10 pontos percentuais de vantagem. Uma pesquisa da empresa Management & Fit mostrou que a oposição conservadora estava bem à frente, com 40% dos votos nacionais contra 27,8% do partido governista Frente de Todos,.

Outra pesquisa da Ricardo Rouvier & Asociados tinha a oposição com 42,1%, à frente do governo, com 34,2%. Se esse resultado se confirmar nas urnas, o presidente do país, Alberto Fernández, deve ter mais dificuldade para governar, pois o Senado passaria para o controle da oposição.

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