Quarta-feira, 27 de maio de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Notícias As cinco restrições que o ministro Teori Zavaski impôs a Delcídio do Amaral para revogar sua prisão

Compartilhe esta notícia:

Teori Zavascki
Ministro Teori Zavascki é relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal. (Foto: Felipe Sampaio/STF)

Cinco restrições o ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), impôs a Delcídio Amaral (PT-MS) para revogar a prisão provisória do ex-líder do governo no Senado na sexta-feira. Uma restrição tem relação direta com o mandato do petista. “Enquanto no pleno exercício do mandato de senador, Delcídio está obrigado ao recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga.” Caso licenciado ou afastado do cargo, a situação muda. “Deverá permanecer em recolhimento domiciliar integral até nova demonstração de ocupação lícita”, decretou o ministro.
Outra imposição a Delcídio se refere à investigação que o coloca no centro de uma trama para barrar a Operação Lava-Jato – com medo da delação de Nestor Cerveró, o senador se propôs a ajudar o ex-diretor da Petrobras. O ministro determinou ao senador que não mantenha contato com os outros alvos da investigação. Com nenhum integrante do grupo investigado o senador poderá se encontrar pessoalmente ou fazer contato por telefone ou por e-mail. “Proibição de manter contato com os demais investigados, por qualquer meio”, é a ordem de  Zavascki.
Delcídio terá  também de entregar seu passaporte. A cada 15 dias tem um compromisso: marcar presença na Justiça para informar e justificar atividades. O senador também está obrigado a comparecer a todos os atos do processo, sempre que intimado. (AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Notícias

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Operação mira família ligada ao presidente Jacob Zuma na África do Sul
Fernando Henrique Cardoso tem chances remotas de responder a um processo por ter usado, supostamente, uma empresa para remeter recursos para a jornalista Mirian Dutra
Pode te interessar