Segunda-feira, 18 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
14°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Ataques de Romeu Zema abrem crise entre 2 partidos de direita aliados

Compartilhe esta notícia:

Ex-governador mineiro publicou um vídeo classificando a atitude de Flávio Bolsonaro como "imperdoável". (Foto: Reprodução de vídeo)

As críticas de Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, aos áudios enviados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, abriram uma crise entre seu partido e o bolsonarismo. A reação do mineiro, que publicou um vídeo classificando a atitude do parlamentar como “imperdoável”, foi rechaçada por integrantes da pré-campanha do filho e do ex-presidente Jair Bolsonaro e por diretórios do Novo que mantêm alianças regionais com o PL, em meio a ameaças de rupturas.

Entre aliados de Flávio, a postura de Zema foi rebatida com insinuações da existência de uma ligação entre ele e o Master. Nas redes sociais, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) – que classificou Zema como “baixo” e “vil” –, divulgou que o pai do banqueiro, Henrique Vorcaro Moura, preso pela Polícia Federal (PF), doou R$ 1 milhão para o diretório do Novo em Minas em agosto de 2022, quando Zema concorreu à reeleição ao governo do Estado.

O valor foi descrito na prestação anual de contas da sigla ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como uma “transferência eletrônica” para a “manutenção do partido”. Zema afirmou, em nota, que “nenhum centavo” da doação entrou em sua campanha e que os valores foram recebidos pelo partido em um período em que “não havia nem mesmo suspeita contra Vorcaro”.

Além de Eduardo, Carlos Bolsonaro (PL),  ex-vereador pelo Rio de Janeiro e agora pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, disse que Zema estaria “ultrapassando todos os limites”. E descreveu o mineiro como “engolidor de casca de banana”, em referência ao episódio no qual o ex-governador de Minas Gerais gravou um vídeo comendo uma fruta inteira para ironizar o aumento de preços no governo Lula.

Já o coordenador da pré-campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), classificou Zema como “oportunista”.

As reações contrárias também vieram dos diretórios do Novo no Paraná e em Santa Catarina, que mantêm proximidade com o bolsonarismo. Em notas, os dois grupos classificaram a atitude do ex-governador como “precipitada” e “desnecessária”, negando a existência de um “alinhamento prévio”.

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) subiu o tom e disse que, após uma conversa entre lideranças do PL nacional, passou a existir um “clima dentro do partido para suspender as alianças com o Novo em todos os Estados diante da precipitada e rasteira manifestação de Zema. (Com informações do jornal O Globo)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Romeu Zema não gostava de ser considerado uma linha auxiliar do bolsonarismo
Após ataque de Romeu Zema, Flávio Bolsonaro volta a se reunir com deputada cotada para ser sua vice
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x