Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 28 de junho de 2025
Em nova tentativa de mostrar força política reunindo apoiadores na rua, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará mais uma vez na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (29). Parlamentares, ex-ministros de seu governo e governadores aliados confirmaram presença, mas de forma mais tímida do que nas últimas manifestações, quando lista com mais de 100 políticos confirmados rodava entre os grupos bolsonaristas.
Sem apontar nomes, o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que mais de 60 deputados e 18 senadores vão à Paulista apoiar Bolsonaro.
Outra diferença dos atos anteriores, em que o mote para chamar os bolsonaristas foi “anistia já”, pedindo o perdão político aos condenados do 8 de Janeiro, é que desta vez a palavra praticamente não é usada pelos aliados que fazem o convite. O chamado foi substituído pelas genéricas reivindicações por “liberdade” e “justiça”. O uso de inteligência artificial para produzir imagens sobre a manifestação também segue como marca dos bolsonaristas nesse tipo de protesto.
O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), aliado de primeira ordem de Bolsonaro e um dos pretendentes a substituir o ex-presidente nas eleições de 2026, confirmou presença. Em abril, Tarcísio afirmou que a direita saiu fortalecida da manifestação, que reuniu cerca de 44,9 mil apoiadores na Avenida Paulista. Outros dois chefes de Executivos estaduais aliados ao ex-presidente, Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, e Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, também afirmaram ao Estadão que estarão presentes.
Outros governadores que também pleiteiam o capital político de Bolsonaro, inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2030, em uma possível candidatura à Presidência, presentes nos últimos atos, desta vez deixaram em aberto o convite. O governador Ronaldo Caiado, de Goiás, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmaram que o compromisso não está previsto nas agendas. Organizadores do evento, entretanto, afirmam que Zema confirmou presença.
Outros políticos já adiantaram que não irão ao ato. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), está de férias com a família visitando países da Ásia, e retornará na metade do mês de julho. Em abril, o governador passou pela manifestação antes de embarcar em missão aos Estados Unidos.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), está em viagem oficial na Itália, e retorna ao Brasil somente domingo à noite, por esse motivo também não estará presente com Bolsonaro. A manifestação está marcada para as 14h. Quem vai em seu lugar é o vice-prefeito coronel Ricardo Mello Araújo (PL), que estendeu o convite a prefeitos paulistas e, segundo ele, já recebeu a confirmação de Marcelo Lima (Podemos), prefeito de São Bernardo do Campo, de Dr. Lapena (PL), de Araraquara, e de Daniel Martini (PL), prefeito de Atibaia.
Bolsonaro foi diagnosticado com provável quadro de pneumonia viral no último sábado (21). Na quarta-feira (25), em entrevista ao canal do YouTube AuriVerde Brasil, o ex-presidente soluçou durante todo o programa, sintoma que ele diz ser decorrente das cirurgias que teve que fazer devido à facada que levou durante a campanha presidencial de 2018. Mesmo com os problemas de saúde, ele afirmou que é preciso “fazer sacrifícios” pela causa.
Organizada pelo pastor Silas Malafaia, a manifestação também deve contar com a presença de líderes evangélicos, que aparecem em vídeos pedindo “justiça já” e convocando fiéis e apoiadores para comparecerem no domingo.
Veja quem afirmou que vai ao ato:
– Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo;
– Jorginho Mello (PL), governador de Santa Catarina;
– Cláudio Castro (PL), governador do Rio de Janeiro;
– Marcelo Queiroga, ex-ministro da Saúde de Bolsonaro;
– Coronel Mello Araújo, vice-prefeito de São Paulo;
– Fabio Wajngarten, ex-assessor de Bolsonaro;
– Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), deputado federal e líder do PL na Câmara;
– Coronel Zucco (PL-RS), deputado federal e líder da Oposição na Câmara;
– Gustavo Gayer (PL-GO), deputado federal;
– Magno Malta (PL-ES), deputado federal;
– Bia Kicis (PL-DF), deputada federal;
– Marco Feliciano (PL-SP), deputado federal;
– Ubiratan Sanderson (PL-RS), deputado federal;
– Marcelo Lima (Podemos), prefeito de São Bernardo do Campo;
– Dr. Lapena (PL), prefeito de Araraquara;
– Daniel Martini (PL), prefeito de Atibaia;
– Edmit Cheddid (União), prefeito de Bragança Paulista.
(Com informações do O Estado de S.Paulo)
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QUEM VAI DEPOIS DE SER CHAMADO PELO MITOOOOOO NA FRENTE DO XANDÃO DE “IMBEIS, BOBOS DA CORTE, BANDO DE ALOPRADOS”, QUEM VAI DEPOISDO “MACHÃO CAGÃO COVARDE” CONVIDAR O CARECA PARA VICE, QUEM IRÁ EDEPOIS DO CAPITÃO PUTINHA PEDIR DESCULPAS SO XANDÃO COM MEDO DA ADEIA???? SÓ VAI QUEM É PUTINHA DE POLÍTICO, VOCÊ NÃO É MAIS VÍTIMA , AGORA É CÚMPLICE DESSA MERDA TODA.
Precisamos de Bolsonaro.
Os bandidos do pt só querem aumentar impostos….
Quanto inutilididade este ato. Vão trabalhar pelo Brasil e não por si. Tinha que haver um movimento para só uma reeleição em qualquer cargo, principalmente Senador e Deputado Federal, acabar com esta panela sem fundo.
Precisa vários vira latas para tentar bater o no pitybull LUIZ INÁCIO….quaquaquaqua
GRANDE DIA