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Política Ato pela democracia reúne intelectuais, empresários e políticos

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Organização da carta não está vinculada com partidos políticos.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Organização da carta não está vinculada com partidos políticos. Todos os principais candidatos à Presidência, com exceção de Bolsonaro, são signatários da missiva. (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Um ato em defesa da democracia e do processo eleitoral reuniu nesta quinta-feira (11) lideranças políticas, intelectuais, empresários, sindicatos e artistas na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco, no Centro da capital paulista. Uma multidão acompanhou as leituras e discursos a partir de um telão em frente ao prédio.

A manifestação começou com discursos e a leitura do manifesto em defesa da democracia divulgado na semana passada em jornais de circulação nacional, articulado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e assinado por mais de 100 entidades.

“Estamos aqui para defender a legislação eleitoral, a Justiça Eleitoral, o sistema eleitoral com as urnas eletrônicas, que a vontade do povo brasileiro seja respeitada e seja soberana”, disse o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, na abertura do evento, no salão nobre da Faculdade de Direito.

O advogado Oscar Vilhena Vieira, membro da Comissão Arns e da comissão que idealizou o manifesto, ressaltou que se trata de uma organização sem vinculação com partidos políticos. “Este não é um manifesto partidário, mas é um momento solene no qual as principais entidades da sociedade civil brasileira vêm celebrar o compromisso maior com a democracia”, enfatizou.

“Qualquer projeto ou articulação por democracia no país exige o firme e real compromisso de enfrentamento ao racismo”, acrescentou Beatriz Lourenço do Nascimento, membro da Coalizão Negra por Direitos.

Estavam presentes o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, a presidente do Conselho Consultivo da Fundação Tide Setubal, Neca Setubal, além de líderes de centrais sindicais.

Carta

Em seguida, participantes do ato leram a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!, documento articulado pela USP que já coletou mais de 920 mil assinaturas pela internet. A leitura foi feita no Pátio das Arcadas, ainda dentro do prédio da faculdade.

“No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições”, diz o documento que foi inspirado na Carta aos Brasileiros, lida em 1977 no mesmo local e que dizia: “Os governantes que dão o nome de Democracia à Ditadura nunca nos enganaram e não nos enganarão. Nós saberemos que eles estarão atirando, sobre os ombros do povo, um manto de irrisão”.

O texto lembra ainda a construção do atual regime democrático a partir da base da Constituição Federal de 1988. “Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para o país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular”, destaca.

São apontados ainda os desafios para o aprofundamento da democracia no país. “Muito ainda há de ser feito. Vivemos em um País de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável”, diz a carta.

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13 Comentários
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Adalberto Meneguzzi
12 de agosto de 2022 00:14

Tu falas em antidemocracia, mas defende o ladrão que quer regular a mídia, dividir as propriedades privadas, etc!

Adalberto Meneguzzi
12 de agosto de 2022 00:12

O único imbecil, aqui, és tu, comunistinha mequetrefe!

Vanderlei Ochoa
11 de agosto de 2022 22:53

Tu aí, antidemocracia, acha que o povo é imbecil?

Fernando Garrido
11 de agosto de 2022 23:53

Que bom!
O Mula assinou a tal cartinha: então não irá se envolver com Maduro, Evo Morales, o presidente de plantão de Cuba…. entre outros ditadores!
Quem sabe se junta ao Chaves e Kadafi….kkkkkkkk

Adalberto Meneguzzi
12 de agosto de 2022 00:11

Onde estão as bandeiras do Brasil, nesse protesto???
Seria cômico se não fosse ridículo ver comunistas pedindo democracia, liberdade e não à ditadura!
Esse protesto Deveria estar ocorrendo em Cuba, Venezuela, Argentina, China, Rússia, Coréia do Norte…
Cada uma que se vê nesse Brasil de semianalfabetos!

Eduardo Seg
12 de agosto de 2022 01:26

Só vagabundo.

Ck Ps
13 de agosto de 2022 00:25

intende? putz, volta ao primeiro grau

Tecladista Flc
12 de agosto de 2022 02:09

O que você intende disso Mimi gazela

Ck Ps
12 de agosto de 2022 01:50

Bolsonaro n daria golpe pq ele teria q trabalhar, coisa difícil. Segundo lugar, n se estuda história para entender que em 64 a desinformação era absurda e as elites apoiaram o golpe pq elas n estavam ganhando como hj estão, ainda que seja eleito um governo de esquerda. Alguém duvida que sistema financeiro vai ganhar mto dinheiro no próximo governo, seja com Lula, seja com Bolsonaro? Então qual golpe teremos ? NENHUM. Contudo, serve como um embaraço para o Bolsonaro que nada passa de um populista que nao tem plano de governo e fica papagaiando brigas com a República pq… Leia mais »

Ck Ps
12 de agosto de 2022 03:09

calma raivosinho, larga teu Whatsapp q esta te fazendo malzinho

Tecladista Flc
12 de agosto de 2022 02:10

Um bando de oportunistas e vagabundos,

Juliano Hübner
12 de agosto de 2022 10:01

Só vagabundagem de vermelho!!…
USP e um celeiro de esquerdistas assim como a UFRGS…esperar o que desse tipo de gente!?

Com verde e amarelo eles não se identificam…só com vermelho e com a democracia do bolso deles e ainda usam a pobreza e os mais humildes para angariar votos…só sendo muito burro pra votar nessa facção que virou a esquerda!

Ernildo Heitor Agostini Filho
12 de agosto de 2022 11:19

Esse é mais episódio da esquerda socialista esperneando. Em outubro, o povo brasileiro vai banir a esquerda do cenário político brasileiro.

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