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Economia Aumento da taxa básica de juros preocupa a indústria gaúcha

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A avaliação foi feita pelo presidente da Fiergs, Claudio Bier

Foto: Dudu Leal/Arquivo Fiergs
"Não tem atividade econômica no Brasil que resista a essa taxa de juros absurda”, destacou Claudio Bier. (Foto: Dudu Leal/Arquivo/ Fiergs)

O aumento da taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 15% ao ano, anunciado na quarta-feira (18) pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, preocupa a indústria gaúcha, que já enfrenta altos custos, margens comprimidas e severas dificuldades de acesso ao crédito, de acordo com o presidente da Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), Claudio Bier.

Ele lembrou que, em uma recente pesquisa divulgada pela entidade, as taxas de juros foram apontadas como o principal obstáculo ao desempenho do setor no primeiro trimestre deste ano.

Bier reforçou que a verdadeira causa estrutural dos juros elevados é a falta de compromisso do governo federal com a redução efetiva das despesas públicas. “O governo federal precisa assumir imediatamente suas responsabilidades, deixando de transferir os custos de sua má gestão fiscal”, disse o dirigente.

Segundo ele, o setor produtivo não suporta mais o aumento sucessivo das taxas de juros combinado com a elevação contínua da carga tributária como tentativa de corrigir a situação fiscal apenas pelo lado da receita.

Fecomércio-RS

O presidente da Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul), Luiz Carlos Bohn, também comentou a decisão do Copom.

“A elevação da Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a a alcançar 15% ao ano, reflete um Banco Central que quer reforçar sua credibilidade no compromisso com a meta de inflação, em um cenário que apresenta ainda atividade econômica resiliente, mercado de trabalho aquecido, expectativas desancoradas, muita incerteza quanto ao equilíbrio das contas públicas, além de um cenário internacional complexo. É unanimidade que o aperto monetário que estamos vivenciando é histórico e penaliza muito a população e as empresas brasileiras. Já tarda o tempo de reduzir os juros, mas sabemos que é necessário criar condições fiscais para que isso aconteça. Para tanto, é fundamental que o ajuste das contas públicas se dê por meio da redução e racionalização dos gastos, e não pelo caminho do aumento de receitas, como tem sido a prática habitual do governo atual”, declarou o dirigente.

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Marcelo Neuri Haag
19 de junho de 2025 12:19

Culpa do Bozo? Culpa do Campos Neto? Culpa da Pandemia?
Em quem Lula vai colocar a culpa desta vez?
Maior alta, desde julho de 2006.
Adivinha quem era o presidente do Brasil naquela época? Sim, o mesmo de 2025!

Miltch Mitch
19 de junho de 2025 14:27

Marcelo, como falei acima, discutir com fracassado e igual a dar soco em ponta de faca.

Marcelo Neuri Haag
19 de junho de 2025 13:18

A questão é que quando era um suposto BOLSONARISTA aí eram VOCÊS que reclkamavam, que diziam que com Galípolo ia ser exatamente como o ESTADISTA queria… acorda! Para de endeusar Lula & a esquerda! Nem teus filhos comentam nas tuas postagens! Não te dá contá que está do lado errado?

Bidio Rosa
19 de junho de 2025 13:06

Adireita não Pode Reclamar.
Não Queriam BC Independente ?

Miltch Mitch
19 de junho de 2025 14:26

Marcelo não adianta perder teu tempo.
Este aí já tá velho, só consumindo oxigênio e dizendo bobagem.

Marcelo Neuri Haag
19 de junho de 2025 14:09

Claro que não! Num país que tem as maiores taxas arrecadatórias DO MUNDO, uma das Máquinas Estatais mais ineficiente DO MUNDO isso ainda é POUCO! Essa isenção permite que eu pague bem mais que o mercado na indústria e ainda assim as pessoas nãoi querem trabalhar! Preferem ficar nas sinalaires pedindo esmolas, fazendo malabarismos e vendendo balas e vivendo dos pinduricalhos governamentais… o que os seus filhos falam disso? NUNCA vi UM deles comentar nas tuas postagens… teu filho tem comércio, né? Ele é contra essa isenção fiscal?

Bidio Rosa
19 de junho de 2025 13:53

Marcelo NeuriHaag.
Eu Nunca Vi Você Reclama.
Das Izenção Filcal 850 Bilhões

Denise Goulart de Munhós
19 de junho de 2025 21:50

Mas o taxador não era o Campos Neto, que obedecida ordens de Bolsonaro?
Por que o Galinho do Lullenine não baixa a taxa SELIC???

Denise Goulart de Munhós
19 de junho de 2025 21:51

Que paradoxo: inflação oficial menos de 6% e taxa SELIC a 15%!!

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