Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 3 de maio de 2017
Um dos mais modernos jatos militares do planeta, o caça modelo F-35A também depende de combustível para se locomover pelo céu, como qualquer outro veículo movido a motor e que circule pela terra, mar ou ar.
Nesta semana, a operação de reabastecimento da aeronave, em pleno voo, mostrou que o procedimento não é nada simples. Até porque o F35 atinge velocidades médias de 500 quilômetros por hora.
A rede britânica BBC obteve acesso a uma missão de treinamento da Força Aérea dos Estados Unidos, durante um voo entre o Reino Unido e a Bulgária, no Leste Europeu, a fim de acompanhar a operação. Um esquadrão de caças F35 ficará estacionado permanentemente no Reino Unido a partir de 2021, como parte um acordo com o governo norte-americano, destinado a ampliar o monitoramento aéreo da região.
O F-35 tem um custo unitário equivalente a 300 milhões de reais. Desde que foi concebido, o caça tem sido alvo de controvérsias. Atrasos, aumento nos custos de desenvolvimento (previstas inicialmente em 59 bilhões de dólares) e problemas no projeto em geral mancharam a reputação do avião de ataque, que deveria ser uma alternativa mais barata ao caríssimo F-22.
Somado a isso, o custo de desenvolvimento, construção e manutenção girou em torno de US$ 400 bilhões de dólares. Com este valor, o projeto do F-35 se tornou o programa de armamento mais caro da história. Em 2015, após quinze anos de desenvolvimentos, o primeiro esquadrão de F-35 foi liberado para o serviço ativo na força aérea dos Estados Unidos.
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