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Política Bancada do PT elege isenção do Imposto de Renda e o fim da escala 6×1 como pautas para “salvar” popularidade de Lula

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Ao longo dos últimos dois anos, Lula estabeleceu um “tripé de rejeição”, até amargar o derretimento da popularidade em todo o País.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A estratégia é dar sequência ao anúncio de medidas positivas para mudar o mau humor da população com o governo do petista. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A bancada do PT na Câmara, liderada por Lindbergh Farias (RJ), elegeu o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) como uma de suas principais bandeiras na disputa política neste ano. O outro foco é a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A avaliação entre petistas é de que será preciso intensificar a defesa de medidas populares no Congresso para tentar alavancar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco na tentativa de reeleição em 2026.

A crescente desaprovação ao terceiro governo reiterada por pesquisas divulgadas nos últimos dias, decorre de fatores variados, com destaque para o mau humor da população com a piora do custo de vida, particularmente com os preços dos alimentos. Esse cenário provoca apreensão no Palácio do Planalto e entre seus aliados em razão do horizonte curto para revertê-lo, a tempo de tornar Lula eleitoralmente viável em 2026, dentro do projeto de reeleição.

Ainda não está definido se o próprio governo fará campanha pela redução da jornada de trabalho no comércio e em parte do setor de serviços, mas a bancada se preparar para centrar esforços na discussão, já a partir da próxima semana. A investida ocorre num momento em que o governo muda sua articulação política e entrega a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) para o comando da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

No último dia 25, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso). O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) também é autor de uma PEC que trata do assunto.

Petistas ainda apostam que a mudança na SRI deixará a equipe de Lula mais coesa nesse debate político. A escolha de Gleisi também faz parte do “modo campanha” adotado pelo governo Lula, após a popularidade da gestão Lula 3 despencar. O perfil combativo da presidente do PT, que é popular entre a militância da sigla, foi levado em conta no xadrez da reforma ministerial.

Ao longo dos últimos dois anos, Lula estabeleceu um “tripé de rejeição”, até amargar o derretimento da popularidade em todo o País. Os três fatores que empurram o governo ladeira abaixo são apontados por integrantes da própria base aliada a Lula: erros na economia, apatia política e desconexão com a vida real do brasileiro.

(Roseann Kennedy/Estadão Conteúdo)

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Carlos Alberto Pugliese
6 de março de 2025 17:02

Tem que rir desses bate-cú da esquerdalha ….Tu vê, eles já falam na perda de popularidade do Luladrão….Quando ele foi popular ? Só se foi no meio dos mortadelas …. E aí Vandeca sonhadora, teu estadista já era, é só ver as pesquisas de diversos orgãos e onde foi para o índice de desaprovação do pinguço ladrão e mentiroso

Carlos Carlão
6 de março de 2025 21:59

Come capim jumento petista.

Bidio Rosa
6 de março de 2025 16:59

Robôsada Vai A Lucura?

Fernando Krause
6 de março de 2025 17:21

Para a extrema esquerda brasileira, a melhor escala é a 30 X 1 = 30 dias de gordos salários, auxílios, benefícios, penduricalhos por 1 dia de trabalho. Quando trabalham…

Jorge Bressan
7 de março de 2025 00:24

Tabela perfeita para os petistas é a de 1 X 6.kkkkkk

Miltch Mitch
7 de março de 2025 10:11

Petista irresponsável.

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