Quinta-feira, 06 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 24 de maio de 2017
Para pessoas próximos a Temer, ganhou força a visão de que o processo de cassação da chapa presidencial no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é a saída honrosa de que o peemedebista precisa para deixar o cargo. A base aliada do presidente Michel Temer já pensa no dia seguinte à possível vacância da Presidência da República e inicia negociações e estratégias para a sucessão via eleições indiretas.
O julgamento está previsto para começar no dia 6 de junho e é, nos bastidores, a principal aposta de integrantes da base, principalmente do PSDB, que consideram a permanência de Temer insustentável.
Parlamentares com trânsito no Palácio do Planalto têm avaliado que Temer resiste em renunciar apenas para que o ato não pareça uma admissão de culpa. Ele, no entanto, não pretenderia se manter no cargo a qualquer custo.
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