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Brasil A base aliada do presidente Temer já pensa no dia seguinte à possível vacância da Presidência da República e inicia as negociações e estratégias para a sucessão via eleições indiretas

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Protesto de deputados na Câmara. (Foto: AG)

Para pessoas próximos a Temer, ganhou força a visão de que o processo de cassação da chapa presidencial no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é a saída honrosa de que o peemedebista precisa para deixar o cargo. A base aliada do presidente Michel Temer já pensa no dia seguinte à possível vacância da Presidência da República e inicia negociações e estratégias para a sucessão via eleições indiretas.

O julgamento está previsto para começar no dia 6 de junho e é, nos bastidores, a principal aposta de integrantes da base, principalmente do PSDB, que consideram a permanência de Temer insustentável.

Parlamentares com trânsito no Palácio do Planalto têm avaliado que Temer resiste em renunciar apenas para que o ato não pareça uma admissão de culpa. Ele, no entanto, não pretenderia se manter no cargo a qualquer custo.

 

 

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