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Brasil Bolsonaro critica a desinformação e o pânico disseminado por causa da pandemia

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O presidente também falou sobre a situação econômica do País. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o combate à pandemia do coronavírus foi marcado pela “desinformação” e “pânico”. Em publicação em suas redes sociais, intitulada “a hora da verdade”, o presidente também falou sobre a situação econômica do País.

“A desinformação foi uma arma largamente utilizada. O pânico foi disseminado fazendo as pessoas acreditarem que só tinham um grave problema para enfrentar”, disse. Desde o início da pandemia, o presidente tem repetido o discurso que é preciso enfrentar o vírus e também o desemprego. “Sempre disse que o efeito colateral do combate ao vírus não poderia ser pior que o próprio vírus.”

No dia 7 de julho, o chefe do Executivo disse ter testado positivo para a covid-19. Em manifestações via redes sociais, Bolsonaro afirmou estar se tratando com cloroquina, medicamento sem eficácia comprovada contra a doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A realidade do futuro de cada família brasileira deve ser despolitizada da pandemia. Os números reais dessa guerra brevemente aparecerão”, declarou o presidente, que tem criticado medidas de distanciamento social tomadas por prefeitos e governadores para combater o avanço da covid-19. Bolsonaro não esclareceu na publicação a que “números reais” se referia. Procurada, a Secretaria Especial de Comunicação (Secom) informou que o Planalto não comentará o assunto.

Os números da pandemia no Brasil vêm sendo alvo de questionamentos. O consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL registrou 71.492 mortes por covid-19 e 1.840.812 casos confirmados da doença até às 20h do sábado, 11. Em 24 horas, foram 968 mortes e 36.474 casos, de acordo com o balanço do consórcio. Enquanto isso, números divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que foram 71.469 mortes e 1.839.850 casos confirmados no total. Em 24 horas, de acordo com o governo, foram 1.071 óbitos e 39.023 casos. O Ministério da Saúde está há 58 dias sem um titular na pasta, que está sendo comandada interinamente pelo general Eduardo Pazuello.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse no sábado (11) que o Exército está se associando a um “genocídio”, ao se referir à crise sanitária instalada no País em meio à pandemia do novo coronavírus, agravada pela falta de um ministro efetivado no cargo.

O presidente também disse que o País se encontra “na beira da recessão” com “milhões de empregos destruídos e dezenas de milhões de informais sem renda”. “Não será fácil, mas havemos de recomeçar”, acrescentou. O chefe do Executivo afirmou que a situação só não está pior em função das ações do governo federal. Ele mencionou a liberação de crédito para pequenas e médias empresas e do socorro fiscal de R$ 60,1 bilhões para Estados e municípios, além do auxílio emergencial de R$ 600.

Como revelado pelo jornal Estadão, passados 80 dias do início do programa, há ainda 10 milhões de brasileiros na fila para receber o auxílio emergencial. Esse grupo da população que aguarda o resultado da análise ou reanálise do Executivo para concessão do benefício.

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