Sexta-feira, 25 de Setembro de 2020

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Geral Bolsonaro diz que as Forças Armadas são a garantia da liberdade no País e que o Exército lhe dá tranquilidade para conduzir o governo

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Presidente Bolsonaro participa de Solenidade de Promoção de Oficiais-Generais. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (6) que as Forças Armadas são a garantia da liberdade no País e o Exército lhe dá tranquilidade para conduzir o governo. Em uma cerimônia de promoção de oficiais-generais no Clube do Exército, Bolsonaro, que falou por menos de dois minutos, afirmou que as Forças Armadas sempre deram ao povo “além da garantia da lei e da ordem, a certeza da sua liberdade.”

Este é o bem maior que interessa a todos nós, e nesta corrente o grande elo são as Forças Armadas, o nosso Exército. Por isso em grande parte a confiança nessa instituição. Por isso em grande parte uma certa tranquilidade que eu tenho para conduzir esse país para o destino que todos nós queremos”, disse o presidente.

Em meio a constantes crises em que partidários de Bolsonaro pedem uma intervenção militar no país, o chefe do Estado Maior do Exército, Marcos Antonio dos Santos, lembrou que as Forças Armadas são uma “instituição permanente de Estado” e afirmou que o Exército está “inequivocamente unido ao povo brasileiro, que por isso o recompensa com sua confiança”.

Desde a proclamação da República, as Forças Armadas já realizaram inúmeras intervenções na vida política do país. A última e mais duradoura foi a participação no golpe de Estado que derrubou o presidente João Goulart em 1964, dando início a uma ditadura que durou 21 anos.

Doses de vacina

Em outra frente, Bolsonaro assinou nesta quinta-feira medida provisória que abre crédito orçamentário de 1,9 bilhão de reais para assegurar a compra de 100 milhões de doses e posterior produção local da possível vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório britânico AstraZeneca e a Universidade de Oxford, e disse esperar ter o problema da pandemia resolvido com a vacinação da população no início de 2021.

Talvez em dezembro, janeiro, existe a possibilidade da vacina e daí esse problema estará vencido poucas semanas depois”, disse o presidente em cerimônia de assinatura da MP.

O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses da vacina, com entrega em dezembro deste ano e janeiro do ano que vem, e a possibilidade de aquisição de mais 70 milhões se a vacina tiver eficácia e segurança comprovadas.

Além disso, o acordo prevê a transferência de uma tecnologia desenvolvida pela Universidade de Oxford para produção local na Fiocruz.

Do total de 1,9 bilhão de reais do orçamento previsto pela medida provisória, 522,1 milhões serão repassados para Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos, com o objetivo de ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas e tecnologia disponível para a proteção da população.

Enquanto isso, 1,3 bilhão de reais será usado para despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica. Os valores também contemplam o processo de finalização da vacina. As informações são da agência de notícias Reuters.

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