Quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 23 de junho de 2022
Em live, nesta quinta-feira, Bolsonaro disse, no entanto, que continua acreditando na inocência de Ribeiro.
Foto: Reprodução/Redes SociaisO presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23) que “exagerou” ao afirmar, em março, que colocaria “a cara no fogo” por seu então ministro da Educação, Milton Ribeiro, preso preventivamente na quarta-feira (22), por suspeitas de tráfico de influência e corrupção passiva quando estava à frente da pasta. Ele foi solto nesta quinta.
Em live, Bolsonaro disse, no entanto, que continua acreditando na inocência de Ribeiro e afirmou que não havia materialidade para o pedido de prisão. “Ontem [quarta-feira], tivemos a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro, da Educação. Eu falei lá atrás que botava a cara no fogo por ele. Eu exagerei, mas eu boto a mão no fogo pelo Milton, assim como boto por todos os meus ministros. Porque o que eu conheço deles, a vivência, dificilmente alguém vai cometer um ato de corrupção.”
Ribeiro é investigado por denúncias de que o Ministério da Educação distribuía recursos a prefeituras de acordo com indicações dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que não tinham vínculo com a pasta. Diversos prefeitos relataram pedidos de propina feitos pelos pastores.
Em março, quando o escândalo veio à tona, Bolsonaro afirmou: “Se o Milton estivesse armando, não teria colocado [os encontros com os pastores] na agenda aberta ao público. O Milton, eu boto minha cara no fogo por ele. Estão fazendo uma covardia”. Após a prisão, a declaração foi explorada por opositores.
Na live desta quinta-feira, o presidente também criticou o juiz Renato Borelli, da 9ª Vara Federal do Distrito Federal, que autorizou a prisão preventiva. Segundo Bolsonaro, a decisão serviu para desgastar o governo.
“Não tinha materialidade nenhuma para a prisão do Milton, mas serviu para desgastar o governo, fazer uma maldade com a família do Milton. Se tiver algo de errado, ele é responsável pelos seus atos. Mas eu não posso levantar uma suspeição contra ele de forma leviana. […] Continuo acreditando no Milton.”
O presidente reconheceu que o suposto depósito de R$ 60 mil feito pelo pastor Arilton Moura a Milton Ribeiro é uma “movimentação atípica”. “É uma movimentação atípica? É. Qualquer movimentação acima de R$ 10 mil é atípica.”
“Não foi corrupção da forma que a gente está acostumado a ver em governos anteriores. ‘Ah, o cara fez uma obra superfaturada. Comprou material e não recebeu, superfaturou’. Nada disso, foi história de fazer tráfico de influência”, completou Bolsonaro.
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Sem entrar no merito se o ex-ministro tem culpa no cartorio ou nao, esse juiz ai tem historico de perseguiçao ao presidente e seu governo podem pesquisar!
Então a confiança no ministro agora diminuiu antes era a cara agora é só a mão kkk
Esse sujeitinho, não tem compostura mesmo. Só abre a boca para falar bobagens. Não age pelo bem do povo e do Brasil. Só faz confusão por onde passa. Faz gestos de arminha, motociata e jet ski…que cosa impressionante chê…
Esse sujeito não tem jeito mesmo…trabalhar pelo povo nécas de pitibiriba…que barbaridade essa cosa chê…
Exagerou ao dizer cara queria dizer colocar as hemorróidas no fogo lembrando com carinho do sargento seu ex noivo #noivinhadoaristides