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Economia Bolsonaro fala em “luz vermelha” nas contas e pede “paciência” a servidores sobre reajuste

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Presidente diz que "tendência" é reajuste de 5% para todos, não fala mais de valores extras a policiais e reclama de corte nos ministérios. (Foto: Reprodução)

Foto: Reprodução
Presidente diz que "tendência" é reajuste de 5% para todos, não fala mais de valores extras a policiais e reclama de corte nos ministérios. (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (26) que “acendeu a luz vermelha” com as despesas do governo e que a “tendência” era dar um reajuste de 5% para todos os servidores. O presidente tentava dar um aumento específico para a Polícia Federal e para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), mas citava dificuldade de negociação com outros setores.

“O que foi feito lá atrás, uma proposta de reajustar um pouco maior para os policiais, houve reação dos demais setores do servidor público. Hoje em dia o que está na mesa é 5% para todo mundo”, afirmou, completando: “Agravou-se mais um problema agora, nas despesas obrigatórias acendeu a luz vermelha”.

O presidente disse também que para a PRF a ideia era dar “isonomia do topo dos agentes da PF” e um reajuste “um pouco maior, nada além disso”. Ele citou “críticas” de outros setores e ameaça de greve.

“E para o PRF ele teria a isonomia do topo com o topo dos agentes da PF. E o pessoal do Depen teria um reajuste um pouco maior, nada além disso. Houve críticas, de ameaça de greve de outros setores mais variados possíveis”, disse, completando: ” Eu apelo aos servidores, reconheço trabalho de vocês, mas a greve não vai ter solução, porque não tem dinheiro no orçamento. Eu sou o primeiro presidente a ter teto no orçamento. Outros não tinham, poderiam reajustar, eu não posso”.

Bolsonaro voltou a falar que, somando o custo do reajuste de 5% com as despesas do governo, seria preciso fazer um corte de R$ 17 bilhões no governo.

“Daí você fala em cortar. Seria R$ 17 [bi], somando com os 5%. Não posso dar um corte linear. Tem ministério que tem programas estratégicos. Eu não posso, por exemplo, diminuir alguns programas da Defesa que são enquadrados como tal. Vou cortar onde? Saúde e educação?”, afirmou.

Na semana passada, ele afirmou durante a live semanal que iria pedir para a equipe do governo se reunir com presidentes dos sindicatos para chegar em um acordo. Segundo fontes do governo, Bolsonaro ainda estaria tentando formas de dar um aumento maior que os 5% aos servidores ligados á área de segurança. Na sexta-feira, no entanto, falou no mesmo valor de reajuste para todas as categorias.

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