Quinta-feira, 24 de Setembro de 2020

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Economia Bolsonaro faz declaração defendendo compromisso com teto de gastos acompanhado dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado

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Bolsonaro entre Alcolumbre e Maia durante pronunciamento conjunto.

Foto: Carolina Antunes/PR
Bolsonaro entre Alcolumbre e Maia durante pronunciamento conjunto. (Foto: Carolina Antunes/PR)

O presidente Jair Bolsonaro fez uma declaração à imprensa na área externa do Palácio da Alvorada, residência oficial, defendendo o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas da União. Acompanharam Bolsonaro os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além dos ministros da Economia, Paulo Guedes; da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

“A economia está reagindo, e nós aqui resolvemos então com essa reunião direcionar mais as nossas forças para o bem comum daquilo que todos nós defendemos”, disse Bolsonaro. “Respeitamos o teto dos gastos, queremos a responsabilidade fiscal, e o Brasil tem como realmente ser um daqueles países que melhor reagirá à questão da crise”, afirmou o presidente.

“Reafirmamos nosso compromisso com o teto de gastos, com a boa alocação do gasto público. Reafirmar esse tema é reafirmar o compromisso com nosso País. Dentro dessa realidade, temos muito ainda a fazer e acho que, de fato, reafirmando teto de gastos, regulamentação dos seus gatilhos, vai nos dar as condições de melhorar e administrar nosso orçamento”, declarou Maia.

Alcolumbre afirmou que a reunião serviu para “nivelar as informações dessa agenda e responsabilidade fiscal”. “A agenda e a reunião proposta pelo presidente Bolsonaro é para nivelar as informações dessa agenda de responsabilidade fiscal. A gente tem uma emenda constitucional que foi construída a várias mãos, limitando os gastos públicos. Precisamos formar o convencimento da sociedade dessa agenda”, disse o presidente do Senado.

Os pronunciamentos partiram de declarações dadas pelo ministro Paulo Guedes, da Economia na terça-feira (11). Guedes criticou auxiliares do presidente que, segundo ele, aconselham o presidente a “furar” o teto de gastos como forma de se fortalecer na disputa pela reeleição. Na própria terça Maia já havia adiantado posição sobre o tema.

Também estavam presentes o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO); o deputado Vitor Hugo (PSL- GO); o líder do Progressista na Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL); e o deputado Ricardo Barros (PP-PR), escolhido novo líder do governo no Congresso.

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