Sexta-feira, 03 de Julho de 2020

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Brasil Bolsonaro trocou o presidente da Embratur após 11 dias

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A nomeação de Gilson Machado Guimarães Neto (E) foi publicada no Diário Oficial da União desta terça (21). (Foto: Reprodução/YouTube)

O presidente Jair Bolsonaro nomeou Gilson Machado Guimarães Neto para a presidência da Embratur. A nomeação foi publicada no “Diário Oficial da União” desta terça-feira (21). A Embratur, subordinada ao Ministério do Turismo, é responsável pela política nacional de turismo com a promoção de destinos, serviços e produtos turísticos brasileiros no mercado internacional.

Gilson Machado é o terceiro presidente da Embratur no governo Bolsonaro, que está em seu quinto mês.

O último presidente, Paulo Roberto de Oliveira Senise, tinha sido nomeado havia pouco mais de uma semana, no último dia 10 de maio. A nomeação de Senise foi anulada nesta terça.

No final de março deste ano, a então presidente do órgão, Teté Bezerra, pediu demissão. No mesmo dia, em transmissão em uma rede social, Bolsonaro disse que mandou demitir a presidente da empresa em razão de um jantar que, segundo ele, custaria R$ 290 mil.

Filiada ao MDB, Teté assumiu a presidência da Embratur em maio de 2018, ainda no governo Michel Temer. Ela substituiu Vinicius Lummertz, que deixou a Embratur na ocasião para assumir o Ministério do Turismo.

Novo presidente

Antes de ser nomeado para comandar a Embratur, Gilson Machado atuava como secretário de Mudança do Clima e Florestas do Ministério do Meio Ambiente. Ele tinha sido nomeado para o cargo em janeiro deste ano.

Criação de ministérios

O governo do presidente Jair Bolsonaro praticamente acertou com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a votação nesta quarta-feira (22) da medida provisória 870, que reestrutura a Esplanada dos Ministérios, mas sem a criação das pastas das Cidades e da Integração Nacional.

Mais três pontos devem ir a plenário nesta quarta: a retirada do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça, a transferência da demarcação de terras indígenas do Ministério da Agricultura para Funai e a limitação dos poderes de auditores fiscais em investigar casos de corrupção.

Em reunião nesta terça-feira (21), na casa de Rodrigo Maia, da qual participaram Davi Alcolumbre, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), o presidente da Câmara disse que os partidos da Câmara não têm interesse em aprovar a recriação dos ministérios das Cidades e Integração Nacional.

Durante a reunião, Maia destacou que a ideia da volta das duas pastas foi do próprio governo, para tentar pacificar a relação com sua base de apoio no Legislativo. Mas logo depois seguidores do presidente Jair Bolsonaro passaram a criticar a medida, dizendo que era uma iniciativa de partidos do “Centrão” em uma volta do toma lá dá cá. As informações são do blog do comentarista Valdo Cruz, da GloboNews.

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