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Política Bolsonaro veta parte do perdão a dívidas tributárias de igrejas

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Em rede social, Bolsonaro defendeu que Congresso derrube o veto

Foto: Alan Santos/PR)
Presidente ressaltou que "as represas estão em níveis baixíssimos" e que o período de chuvas ainda não veio. (Foto: Alan Santos/PR)

O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar, parcialmente, uma proposta aprovada no Congresso que perdoava dívidas tributárias de igrejas. A lei deve ser publicada na edição desta segunda-feira (14) do Diário Oficial da União.

O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional mas, com o veto parcial, nem tudo entrará em vigor. O projeto previa, para as igrejas: isenção do pagamento da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);  anistia das multas recebidas por não pagar a CSLL; anistia das multas por não pagamento da contribuição previdenciária.

Desses três pontos, Bolsonaro manteve apenas o item 3. Os outros dois foram vetados porque, segundo o governo, a sanção poderia ferir regras orçamentárias constitucionais. Em material divulgado na noite deste domingo (13), o governo afirma que o presidente Jair Bolsonaro “se mostra favorável à não tributação de templos de qualquer religião”.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, no entanto, o projeto teria “obstáculo jurídico incontornável, podendo a eventual sanção implicar em crime de responsabilidade do Presidente da República”.

Esse perdão tinha sido incluído em um projeto de lei sobre outro tema, não relacionado a igrejas e templos. O trecho foi sugerido pelo deputado David Soares (DEM-SP), filho do religioso RR Soares, sob a justificativa de que o pagamento de tributos penaliza os templos.

Bolsonaro quer derrubada do veto

Em uma publicação em rede social, na noite deste domingo, Jair Bolsonaro defendeu que o próprio veto seja derrubado no Congresso Nacional. Isso porque segundo o presidente, ao contrário dele, os parlamentares não teriam que se preocupar com as implicações jurídicas e orçamentárias de seus votos.

“Por força do art. 113 do ADCT, do art. 116 da Lei de Diretrizes Orçamentárias e também da Responsabilidade Fiscal sou obrigado a vetar dispositivo que isentava as Igrejas da contribuição sobre o Lucro Líquido, tudo para que eu evite um quase certo processo de impeachment”, diz Bolsonaro na postagem.

“Confesso, caso fosse Deputado ou Senador, por ocasião da análise do veto que deve ocorrer até outubro, votaria pela derrubada do mesmo”, prossegue.

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6 Comentários
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José Costa
14 de setembro de 2020 16:11

Tem comentarista com dificuldades em interpretar textos. Entende só o que lhe é conveniente. Deve estar entre aqueles que acha que bom mesmo era o molusco. O nosso presidente fez o que tinha que fazer. Ele nunca escondeu suas posições em relação à igrejas.

Vera Corrêa
14 de setembro de 2020 13:15

E agora, para quem achou que passaria fácil!

Joao Carlos Barbosa
14 de setembro de 2020 18:04

Para aí amigo esses sobrenomes de ladrões corruptos pertence a um certo luladrão somente.

Rogério José Tumelero
14 de setembro de 2020 17:46

Corrupto, você se enganou de nome, não seria o companheiro LULINHA, MANUELINHA ETC…

Valmir Endruweit
14 de setembro de 2020 13:57

Veta parte???Vai ser derrubada, esse cretino filho de uma p…mentiroso , corrupto, está fazendo tudo para que a bancada dos “pastores” de dinheiro e “ala evengélica da FLOR DE LIZ assassina e cafetona o apoiem em 2022, bando de safados , ladrões corruptos!!

Macporto Edyeh
14 de setembro de 2020 20:50

Por que o sul não noticiou o contido no video da delação do marcelo odebrect?????

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