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Mundo Brasil confirma presença em reunião na Colômbia sobre a guerra em Israel

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Conferência é organizada pela Colômbia em parceria com a África do Sul

Foto: Reprodução
O governo israelense afirmou que aviões atacaram alvos no sul de Gaza. (Foto: Reprodução)

O Brasil confirmou participação na reunião emergencial sobre Gaza convocada pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, dia 15 de julho, em Bogotá. O representante brasileiro no encontro será o embaixador do Brasil na Colômbia, Paulo Estivallet.

A conferência é organizada pela Colômbia em parceria com a África do Sul, que, junto com Petro, preside o chamado The Hague Group, grupo internacional que busca articular medidas concretas para defender o direito internacional frente à guerra na Faixa de Gaza.

Outros países que vão participar do encontro são: Bolívia, Cuba, Honduras, Malásia, Namíbia, Senegal e Belize, que compõem a frente. Argélia, Bangladesh, Chile, China e Indonésia também devem estar presentes.

Em artigo publicado no jornal britânico The Guardian, na semana passada, Petro afirmou que o encontro pretende discutir ações jurídicas, diplomáticas e econômicas para interromper a ofensiva israelense e restaurar os princípios do direito internacional.

Segundo ele, países como Colômbia, África do Sul e Malásia já adotaram sanções contra Israel, como suspensão de exportações, proibição de atracação de navios e ações em tribunais internacionais.

“O convite é aberto e urgente”, escreveu o presidente colombiano. Ele criticou o adiamento indefinido da conferência de paz organizada por França e Arábia Saudita na ONU e alertou que, diante da omissão internacional, “o sistema multilateral corre o risco de se tornar um clube de debates”, incapaz de proteger os países mais vulneráveis.

Petro também mencionou a resolução aprovada pela Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) em setembro de 2024, que estabeleceu um prazo de 12 meses para que Israel encerrasse a ocupação nos territórios palestinos. O texto foi aprovado por 124 países, incluindo a Colômbia.

“A hora exige coragem”, escreveu. “A história nos julgará com severidade se falharmos em responder ao seu chamado”, frisou.

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Adalberto Meneguzzi
12 de julho de 2025 16:33

O lixo do planeta reunido para fazer… NADA!
Ninguém dá bola para essa gente!

Adalberto Meneguzzi
12 de julho de 2025 19:09

Há uma grande diferença, imbecil!
Os judeus não atacaram os Nazistas nem mantiveram inocentes reféns!
Cada bosta que sai dessa boca imunda…

Vanderlei Ochoa
12 de julho de 2025 16:39

Judeus impõe à faixa de Gaza exatamente o que sofreram na ocasião do GUETO DE VARSÓVIA, onde os nazistas cercaram um bairro e botaram milhares de pessoas a morrerem de fome, doenças e assassinatos pelos nazistas.

Vanderlei Stefani
12 de julho de 2025 23:20

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