Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 1 de maio de 2023
Fala de Marina ocorre após ela e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, sobrevoarem a região onde houve o ataque
Foto: Lula Marques/Agência BrasilA ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta segunda-feira (1º) que o governo federal vai reforçar ações de segurança na Terra Yanomami e que o “estado Brasileiro não vai recuar face à criminalidade” após um indígena ser morto com um tiro na cabeça em ataque de garimpeiros no território. Além dele, dois indígenas foram baleados e estão internados em Boa Vista.
“O estado brasileiro não vai recuar face à criminalidade. As ações vão ser intensificadas. Vamos reforçar as equipes do Ibama, da PRF, da Polícia Federal, com as Forças Armadas, que é fundamental o suporte logístico, e toda parte operacional para que a gente possa dar uma respostas a altura”, afirmou.
Garimpos ilegais
A fala de Marina ocorre após ela e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, sobrevoarem a região onde houve o ataque a tiros e áreas na Terra Yanomami. Ela reforçou que os garimpos ilegais ainda em operação serão desativados.
“Existem vários garimpos que de fato foram desativados, estão abandonados, mas alguns, segundo dados do satélite, e pelo que pudemos observar, continuam ativos, e esses precisam ser desativados e serão desativados com ação de inteligência e com todo suporte das ações integradas”.
Desde fevereiro, quando iniciaram as ações de repressão ao garimpo no território Yanomami, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas, até o momento, 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.
Além de Marina e Sônia, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, também esteve em Boa Vista. Ela visitou os dois indígenas feridos no Hospital Geral de Roraima. Ela prestou condolência pela morte de Ilson Xiriana.
“Queria, antes de mais nada, lograr nosso pesar pela morte do Ilson Xiriana, que além de ser um jovem muito querido na sua comunidade, era um agente de saúde indígena. Isso abate a todos aqueles que atuam na saúde. Ao lado deles estavam Otoniel Xirichana e Venâncio Xirichana. No caso, Otoniel e Venâncio felizmente estão com um quadro estável”, afirmou.
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Muito oportunista esse discurso. Há muito tempo o poder paralelo disputa espaço com o poder constituído aqui no Brasil, e é pura incoerência dizer o contrário. Duvidar que o crime organizado financie candidatos em todas as esferas é, no mínimo, ingenuidade. É um quadro difícil de ser revertido, pois o monstro já está crescido demais, e isso exigiria sacrifícios talvez muito além da vontade e da coragem dos nossos três podres, além de pessoas realmente comprometidas com a causa, em vez de fantoches das circunstâncias e oportunistas.
Virou ministra da justiça?
E sobre o cacique preso ha mais de 100 dias por emitir opinião, nada será dito?
E o cacique patriota enjaulado pelo seboso alexandre não é índio também ou só vale para os índios ignorantes adoradores de ladrões, corruptos e trapaceiros?
O ET. Poderia voltar em para o espaço.