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Brasil Brasil recebe novo lote com mais de 1 milhão e meio de doses da vacina da Pfizer

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Anúncio ocorre após confirmação de que morte de jovem de 16 anos não estava relacionada à imunização. (Foto: EBC)

Um avião com novo carregamento de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer trouxe ao Brasil neste fim de semana 1,52 milhão de doses do imunizante, chegando assim a 61 milhões das 100 milhões de unidades prometidas no contrato, assinado em março de 2020.

A remessa faz parte do novo cronograma de entregas da empresa, que prevê 10 milhões de doses até este domingo (5). Já são 63 lotes entregues e a empresa deve concluir as remessas ao País até o final de setembro.

Há um segundo contrato entre Pfizer e o governo federal, assinado em 14 de maio, que prevê a entrega de outros 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Somando-se os dois acertos, o montante deve totalizar 200 milhões.

Dose de reforço

O Ministério da Saúde anunciou no final de agosto que a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 será oferecida no Brasil. A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose.

Na última quarta-feira, o governo estadual divulgou o calendário de vacinação para a dose de reforço. Devem receber a dose adicional todos os idosos com mais de 60 anos e imunossuprimidos acima de 18 anos, um público estimado em 7,2 milhões de pessoas. Veja as datas.

A imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen (dose única) ou de Oxford-Astrazeneca (duas etapas).

Armazenamento

No fim de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou novas condições de conservação e armazenamento para a vacina da Pfizer-Biontech, que agora pode ser mantida em temperatura controlada entre 2ºC e 8ºC por até 31 dias. A orientação anterior era de cinco dias.

Antes da liberação dos frascos para a vacinação, as doses da Pfizer precisavam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Tais condições não permitiam que a vacina fosse enviada para municípios distantes mais que duas horas e meia das capitais.

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