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Economia Brasil registra a primeira deflação desde agosto de 2024 e a mais intensa desde setembro de 2022

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Apesar da queda em agosto, no ano o IPCA acumula alta de 3,15%

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Apesar da queda em agosto, no ano o IPCA acumula alta de 3,15. (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do País, ficou em -0,11% em agosto, 0,37 ponto percentual abaixo da taxa de 0,26% registrada em julho. Esse é o primeiro resultado negativo desde agosto de 2024, quando a variação havia sido de -0,02%, e a deflação mais intensa desde setembro de 2022 (-0,29%).

Apesar da queda em agosto, no ano o IPCA acumula alta de 3,15% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 5,13%, abaixo dos 5,23% dos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em agosto, cinco dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram variação negativa em relação a julho, destacando-se os três de maior peso no índice: habitação (-0,90%), alimentação e bebidas (-0,46%) e transportes (-0,27%). No lado das altas, as variações ficaram entre as taxas de 0,75% de educação e 0,40% de despesas pessoais.

A queda registrada no grupo habitação (-0,90%), menor resultado para um mês de agosto desde o início do Plano Real, em 1994, veio da contribuição de -0,17 ponto percentual da energia elétrica residencial, que recuou 4,21% no mês, em decorrência da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas no mês passado.

A queda em alimentação e bebidas (-0,46%), grupo de maior peso no índice, foi influenciada pela alimentação no domicílio, que diminuiu 0,83%, após a redução de 0,69% em julho, com destaque para as baixas do tomate (-13,39%), da batata-inglesa (-8,59%), da cebola (-8,69%), do arroz (-2,61%) e do café moído (-2,17%).

A variação no grupo transportes (-0,27%) reflete a queda nas passagens aéreas (-2,44%) e nos combustíveis (-0,89%). Em agosto, houve redução nos preços do gás veicular (-1,27%), da gasolina (-0,94%) e do etanol (-0,82%), enquanto o óleo diesel subiu 0,16%.

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2 Comentários
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Marcos Alves
10 de setembro de 2025 16:05

Mas tu é muito BURRO mesmo né Vanderlei Ochoa, vulgo TOLETE DE MERDA. Deflação é tão grave quanto a inflação, significa que as pessoas estão deixando de consumir por falta de recursos. Mas um BURRO igual vc não entende nada de economia, deve inclusive receber algum auxílio do Governo.

Vanderlei Ochoa
10 de setembro de 2025 13:07

Brasil melhorando a cada dia. A direita golpista não dizia que, se ESTADISTA LULA ganhasse a eleição o Brasil viraria uma Venezuela??? Mentiram para ti mais uma vez e você caiu no papo dos golpistas..

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