Quarta-feira, 22 de julho de 2026
Por Marcelo Warth | 11 de outubro de 2022
Desde 1998, o País não registrava três meses seguidos de deflação
Foto: Valter Campanato/Agência BrasilO IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do País, ficou em -0,29% em setembro. Esse foi o terceiro mês seguido de deflação e a menor variação para o período desde o início da série histórica, em 1980.
Desde 1998, o País não registrava três meses seguidos de deflação. No ano, o IPCA acumula alta de 4,09% e, nos últimos 12 meses, de 7,17%, abaixo dos 8,73% observados nos 12 meses imediatamente anteriores, segundo os dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em setembro de 2021, a variação havia sido de 1,16%.
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, quatro tiveram queda no mês passado. Apesar de recuar menos do que em agosto, o grupo transportes (-1,98%) contribuiu novamente com o impacto negativo mais intenso sobre o IPCA do mês: -0,41 ponto percentual. Assim como nos meses anteriores, o resultado é consequência da redução nos preços dos combustíveis (-8,50%), principalmente da gasolina (-8,33%).
Na sequência, vieram comunicação (-2,08%) e alimentação e bebidas (-0,51%), ambos com -0,11 ponto percentual. Além disso, o grupo artigos de residência, que havia subido 0,42% em agosto, recuou 0,13% em setembro.
No lado das altas, destacam-se os grupos vestuário (1,77%), com a maior variação positiva do mês, e despesas pessoais (0,95%), com a maior contribuição positiva (0,10 ponto percentual). Os demais grupos ficaram entre os índices de 0,12%, de educação, e de 0,60%, de habitação.
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Acho que tem alguém aqui que nao vai ao mercado. A inflação dos alimentos nao baixou nada!!! Tem que olhar o preço de três anos atrás e fazer a comparação. Um litro de leito molico, custava 1,80 hoje é 7,00 aonde é que está barato????
Verdade seu Juliano, o problema dos cumpanheros é que passaram 14 anos comendo de graça , o pão com mortadela .Estão reclamando porque agora tem que pagar….
Eu me pergunto qual é o custo incidente pela maneira que o consumidor paga as suas copras. Noticia-se há alguns dias que 90% são pagamentos a prazo e deste percentual 1/3 são inadimplências. interessante seria saber o montante de custos implicados pelo uso do crédito ; despesas bancárias (conta/cartão) mais juros e diferença entre preço à vista e a prazo (?? em 10 vezes pelo preço à vista ??). Isso num juro de mercado financeiro em que o cheque especial está a 160% ao ano e do cartão de crédito em 600% ao ano. Cabe ao consumidor executar um plano… Leia mais »
“Fiquem em casa que a economia a gente vê depois…”
Para quem só reclama sem querer entender o básico , o que estamos vivendo é o resultado da “travada” que foi feita na economia mundial, quando milhões de pessoas morreram pela peste🇻🇳, milhões perderam empregos, milhares de micro e pequenas empresas fecharam enquanto quem tinha salário garantido não sentiu nada nem perdeu $$, ficou “em casa” sendo sustentado por quem foi impedido de trabalhar para sobreviver.
E a inflação mundial afetou até economias estáveis de primeiro mundo, como EUA, Inglaterra, Alemanha, Canadá, que jamais tiveram tais …See more
No Super Mercado
Não Se vê Deflaça?