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Saúde Brasil registra o quarto maior número de casos de Covid no mundo em uma semana

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Autoridades não recorrem às mesmas medidas de outras fases da crise sanitária, mas OMS alerta contra desmantelamento do sistema de vigilância. (Foto: Getty Images)

Em um boletim divulgado nesta quarta-feira (8), a Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou que o Brasil registrou o quarto maior número de casos de covid no mundo na semana de 30 de maio a 5 de junho, com um aumento de 36% em relação à semana anterior.

O país só ficou atrás de Estados Unidos, China e Austrália. O quinto maior número foi visto na Alemanha.

O número de casos registrados no Brasil correspondem a 7,15% dos mais de 3 milhões vistos em todo o mundo no período. Especialistas apontam, entretanto, que deve haver subnotificação.

“A subnotificação deixou a gente no escuro, mas a gente já sabia que estava numa subida [de casos]. Nós estávamos com um crescimento de positividade no teste, que é um indicador; algumas cidades já estavam com 40% a mais de positividade no teste”, lembrou a epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo.

Mortes

O Brasil também figurou entre os que tiveram a maior quantidade de óbitos na semana: 652, conforme o levantamento da OMS – ficando atrás somente dos Estados Unidos e da China. A Rússia e a Itália também ficaram entre os 5 países com mais mortes:

O número de óbitos representa uma queda de 21% em relação à semana anterior – o País vem aparecendo entre os cinco que mais registram mortes por semana desde o início de maio, nos quatro levantamentos anteriores da OMS.

Apesar das posições, o monitoramento do consórcio de veículos de imprensa apontou que o mês passado foi o mês menos letal da pandemia no Brasil.

Reforço para crianças

Técnicos do Ministério da Saúde estão debatendo internamente a aplicação de uma dose de reforço para as crianças de 5 a 11 anos, em razão da alta nos casos de covid. Seria a terceira dose para esse público.

O ministério já havia recomendado, no fim do mês passado, o reforço para adolescentes de 12 a 17 anos.

No mês passado, a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês, equivalente à Anvisa nos Estados Unidos) autorizou o uso de uma dose de reforço da vacina da Pfizer contra a covid para crianças de 5 a 11 anos pelo menos cinco meses após o esquema vacinal completa.

A orientação para a dose de reforço para crianças ainda está em fase de debates internos entre os técnicos. A palavra final caberá ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

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