Terça-feira, 21 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 5 de janeiro de 2022
Embaixador Ronaldo Costa Filho (E) disse que a prioridade do Brasil será debater questões relacionadas à América Latina
Foto: Eskinder Debebe/ONUO Brasil assumiu na terça-feira (04), pela 11ª vez na história, um assento não permanente no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).
O mandato dura dois anos: 2022 e 2023. A última participação brasileira havia sido em 2010 e 2011. Outros quatro países também assumiram uma vaga: Albânia, Gabão, Gana e Emirados Árabes Unidos. Eles se juntam a Índia, Irlanda, Quênia, México e Noruega como integrantes rotativos do conselho.
O Conselho de Segurança é formado por 15 países. Todos têm direito a voto, mas somente os cinco membros permanentes (Estados Unidos, França, Reino Unido, China e Rússia) têm direito a veto.
A função do Conselho de Segurança da ONU é zelar pela paz. Somente nele é possível adotar decisões obrigatórias a todos os 193 países membros da ONU. É no conselho que sanções internacionais e intervenções militares podem ser decididas multilateralmente.
O embaixador da missão brasileira na ONU, Ronaldo Costa Filho, disse que a prioridade do Brasil será debater questões relacionadas à América Latina e soluções para os conflitos na África. Em julho, o País vai ocupar a presidência do conselho.
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Vitoria coisa nenhuma já que existe um rodizio dos membros não permanentes e isso não foi conquistado pelo Bozo.
Além disso o idiota brigou com os membros permanentes como China, França e o atual presidente dos EUA, nós envergonhando no cenario internacional.
Brasil retorna ao Conselhode Segurança da ONU e em julho assume a presidencia Mais uma vitória de Bolsonaro
A melhor cadeira internacional, foi o reconhecimento da ONU, quanto à fome debelada no governo LULA/DILMA. Isso sim interessa de fato ao povo e ao Brasil. Não é pra menos que Lula ganha do primeiro turno em 22