Sábado, 13 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 14 de março de 2016
Na Argentina, cerca de 80 manifestantes se reuniram diante do Obelisco, no Centro da capital Buenos Aires. A maioria era estudante de medicina da Universidade de Buenos Aires.
A catarinense Bruna Fontana, 18 anos, chegou há duas semanas no país vizinho para fazer a faculdade – gratuita e sem um exame de admissão como o vestibular. “Vim [para o ato] porque quero que a educação melhore no Brasil. As cotas, que o governo adotou, dão chance para quem não é o mais preparado.”
Para a estudante Isadora Boing, 17, as manifestações no exterior também ajudam a pressionar o governo para “tomar providências ou para que algumas pessoas saiam [do poder]”. “O problema não é só o PT. São todos os políticos desonestos que não ajudam a democracia.”
A manifestação foi tranquila, com brasileiros conversando sobre política e sentados em bancos ou no gramado. Quando as câmeras de televisão eram ligadas, gritavam contra Lula, Dilma e o PT. Em um grupo do Facebook, que reúne brasileiros que vivem na capital argentina, houve algumas discussões. Os contrários ao ato informavam que ele ocorreria no aeroporto de Ezeiza, a cerca de 30 quilômetros do Obelisco.
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