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Política Câmara dos Deputados está em recesso “branco”; entenda por que sessões não ocorrem neste período

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Presidente da Câmara dos Deputados proibiu reuniões deliberativas nesta terça-feira com moções de apoio político a Bolsonaro na pauta

Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados
(Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), proibiu reuniões de comissões da Casa que estavam marcadas para esta terça-feira (22), com objetivo de aprovar moções de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A oposição, no entanto, reclamou da medida. Os parlamentares que estavam nas sessões destacaram que o Congresso está no período chamado “recesso branco”. Ou seja, uma pausa “informal” das atividades legislativas, que ocorre sem a decretação oficial do recesso parlamentar.

Motta, no entanto, já havia avisado que o recesso não seria suspenso, apesar do pedido dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A justificativa foram as obras na estrutura do Congresso.

O período de recesso é um direito constitucional dos parlamentares do Congresso Nacional. De acordo com as regras, parlamentares têm direito a dois períodos de descanso oficial por ano: 18 a 31 de julho e 23 de dezembro a 1º de fevereiro. Porém, a Constituição prevê que, para que o recesso ocorra formalmente, é necessário que o Congresso Nacional tenha aprovado a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Caso isso não aconteça, não se instaura o recesso oficial e os parlamentares estarão sujeitos ao chamado recesso branco. Na prática, não são realizadas as sessões deliberativas ordinárias, mas atividades internas, como reuniões de comissões, audiências públicas e trabalhos nos gabinetes, ainda podem ocorrer de forma pontual.

Todavia, o regimento interno da Casa não prevê acúmulo de folgas em razão do trabalho exercido durante o recesso branco. Ou seja, mesmo que alguns parlamentares sigam atuando durante esse período, isso não lhes dá direito a férias adicionais ou compensações.

Manifestação oposição

Nesta terça-feira, mesmo após a instauração do recesso parlamentar, representantes do PL se reuniram para votar três moções em apoio ao ex-presidente Bolsonaro e foram barrados pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O representante assinou um ato remotamente nesta terça-feira, durante o encontro dos parlamentares para proibir a realização de reuniões de comissões na Câmara dos Deputados durante o recesso. O documento foi formalizado posteriormente no Diário da Câmara.

Em coletiva à imprensa, líderes da oposição afirmaram não concordar com a restrição das sessões tendo em vista a ausência do presidente da Casa Hugo Motta (Republicanos-PB). O presidente da Casa está em uma viagem internacional.

“Apesar do Congresso estar no chamado recesso branco, nós voltaremos as nossas bases, falaremos com o nosso povo, com a nossa militância mobilizaremos o povo a voltar para a rua”, afirma o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional Filipe Barros (PL-PR).

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3 Comentários
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Artur Artur
22 de julho de 2025 20:08

recesso “branco”????…..$$$$$$$$$$$$$$$TF Mandou….
Nos ultimos dias “apareceu”, corrupção na conta do Presidente do Senado e dos Deputados….
Recado: Fica quietinho….senão tu será o Proximo…
TÁ TUDO DOMINADO……E O LADRÃO VIAJAN-JA-DÃO

Vanderlei Stefani
22 de julho de 2025 22:20

Bolsonaristas pedem para esconder Trump porque traição ao Brasil pegou mal… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/

Vanderlei Stefani
23 de julho de 2025 02:13

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