Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Caminhoneiros pedem ao governo federal para estender a isenção de imposto sobre o diesel

Compartilhe esta notícia:

Alta coincide com o período em que deixou de vigorar isenção de PIS/Cofins sobre o óleo diesel. (Foto: Reprodução)

A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) está pedindo ao governo federal que estenda a isenção do PIS/Cofins sobre o diesel. Em nota, a Abrava informou que o pedido foi feito ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

Atualmente, as alíquotas estão zeradas, conforme decreto 10.638/21. A isenção terminou na sexta-feira (30). “Ocorre que o tempo de duração do decreto não foi suficiente para minimizar os prejuízos arcados pelos caminhoneiros de todo o País com os consecutivos aumentos. Entendemos que no momento se faz necessário que o governo federal olhe para os caminhoneiros brasileiros que ainda sofrem com o impacto dos últimos aumentos de combustível feitos pela Petrobras”, disse na nota, o presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão.

Os caminhoneiros sugerem que, para manter o benefício à categoria, o governo retire os incentivos fiscais do setor de refrigerantes. “Com a alteração das alíquotas de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) no concentrado de refrigerantes de 4% para 8% da Zona Franca de Manaus que trarão um impacto aos cofres públicos de R$ 5 bilhões”, argumentou Chorão.

A Abrava disse que “acredita” e “aguarda” o atendimento do seu pedido pelo governo federal. “Uma vez que indicamos onde pode ser feita a contrapartida da manutenção do zeramento da alíquota dos impostos federais no diesel”, apontou Chorão.

Redução

A Petrobras reduziu os preços do diesel e gasolina nas refinarias em cerca de 2%. O reajuste é o primeiro desde a posse do novo presidente da empresa, Joaquim Silva e Luna.

Os preços médios do diesel para distribuidoras caíram R$ 0,06 por litro, para R$ 2,71, enquanto a gasolina recuou R$ 0,05 por litro, para R$ 2,59, detalhou a empresa. Em termos percentuais, o diesel caiu cerca de 2,17%, enquanto a gasolina reduziu quase 2%.

O reajuste vem já sob a gestão de Luna, que tomou posse em 19 de abril, depois de confirmação pelo conselho de administração. Ele foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo após descontentamentos com a política de preços de combustíveis da administração anterior, comandada por Roberto Castello Branco.

O movimento dos preços foi na direção contrária do previsto pela corretora Ativa Investimentos, que disse que seu modelo indicava potencial alta da gasolina.

“Mesmo após a recente apreciação do real frente ao dólar, o melhor modelo de acompanhamento da defasagem no preço da gasolina da corretora Ativa Investimentos apresentou potencial elevação de 13%, motivado pela alta nos preços do petróleo internacional”, afirmou.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Com críticas a Bolsonaro e apelos por “união”, evento virtual do 1º de Maio mira eleições de 2022
Pessoas que já contraíram covid precisam de apenas uma dose da vacina da Pfizer para proteção contra variantes do coronavírus
Pode te interessar