Terça-feira, 04 de Agosto de 2020

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Cinema Carla Diaz fala de filme sobre Suzane von Richthofen e confessa: “O maior desafio foi ter aceito”

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"Faz parte do cinema contar histórias de todos os tipos", disse a atriz

Foto: Reprodução/Instagram
"Faz parte do cinema contar histórias de todos os tipos", disse a atriz. (Foto: Reprodução/Instagram)

Carla Diaz teve os planos para 2020 modificados com a pandemia do coronavírus. A atriz, de 29 anos de idade, estava prestes a estrear os filmes “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” quando as medidas de isolamento social foram decretadas no País. Ainda sem data de lançamento definida, ela fala sobre como foi interpretar Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais em 2002.

“O maior desafio foi ter aceito. Tive que me distanciar do julgamento pessoal. Todos ficaram estarrecidos com esse crime de grande repercussão. Faz parte do cinema contar histórias de todos os tipos. Deixei meu julgamento de fora para dar maior veracidade à atuação”, diz Carla, afirmando que o crime a marcou quando adolescente.

“O caso Richthofen aconteceu quando eu tinha 12 anos e havia ficado na minha cabeça. Um ano antes [de ser confirmada no elenco], soube que o teste estava sendo feito. A vontade de estar no projeto já existia”, diz.

Cinema

Enquanto “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” não estreiam, Carla convive com a euforia dos seguidores nas redes sociais. “Dá uma alegria acompanhar essa expectativa do público. Espero que a gente possa ver logo nos cinemas”, disse ela.

“Serão dois filmes do caso Richthofen. Mostramos as duas versões, baseadas no que foi dito no tribunal”, afirmou, contando que a experiência a deixou com vontade de fazer mais longas.

“Fiz faculdade de cinema e quero fazer mais filmes, claro. Ano passado, foi muito produtivo. Fiz novela, teatro e três filmes. Agora, em 2020, a pandemia deu uma adiada em tudo”, afirmou a atriz, afirmando que, na infância, se encantou com filmes nacionais como “Carlota Joaquina” (1995) e “Central do Brasil” (1998). “Além de ótimos, tinham crianças no elenco e acho que isso acabava chamando a minha atenção.”

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