Segunda-feira, 30 de março de 2026
Por Redação O Sul | 22 de março de 2026
País busca promover os negócios em meio ao aumento das tensões comerciais globais.
Foto: ReproduçãoO primeiro-ministro da China, Li Qiang, afirmou neste domingo (22) que o país pretende ampliar a abertura econômica e garantir tratamento igualitário a empresas estrangeiras. A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões comerciais globais e à tentativa de Pequim de reforçar a confiança de investidores internacionais.
Durante participação no China Development Forum, realizado em Pequim, Li disse que o governo continuará focado em promover crescimento de qualidade e em melhorar o ambiente de negócios. Segundo ele, a meta é permitir que empresas estrangeiras se estabeleçam no país com segurança e previsibilidade.
O evento, que se estende por dois dias, reúne líderes empresariais, autoridades, economistas e acadêmicos. A iniciativa é tradicionalmente utilizada pelo governo chinês para apresentar diretrizes econômicas e atrair investimentos externos.
A edição deste ano acontece em um cenário de maior pressão internacional sobre a economia chinesa. O país tem enfrentado atritos com importantes parceiros comerciais, especialmente após registrar um superávit de cerca de US$ 1,2 trilhão no último ano.
O encontro também antecede uma possível visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que adiou uma viagem anteriormente prevista em razão da escalada de conflitos envolvendo EUA, Israel e Irã.
Entre os participantes do fórum estão executivos de grandes empresas globais, como Apple, Samsung Electronics, Volkswagen, Broadcom, Siemens, BASF e Novartis.
Em seu discurso, Li destacou que a China pretende ampliar a importação de produtos de maior valor agregado e trabalhar em conjunto com parceiros comerciais para equilibrar as trocas internacionais. Ele também afirmou que o país busca se posicionar como um fator de estabilidade diante das incertezas econômicas globais.
Segundo o premiê, a continuidade da abertura econômica e o avanço tecnológico serão essenciais para a criação de novos mercados e para sustentar o crescimento nos próximos anos.
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O Nem Nem parece um papagaio repetidor kkkkkkkk
Realmente o Ochoa é doente…
China, o país. Ais liberal do momento. Trabalha co bom senso. Não ataca ou invade outros países roubando territórios e riquezas alheias. Comércio limpo e decente. Na década de 70 China tinha um PIB menor que o PIB do Brasil. Hoje a China é a segunda maior potência econômica e militar. Tio sam belicista invade e assalta as riquezas de outros países. Que é criminoso mesmo? China, o terror do tio sam. Viva a China. Viva os BRICS e viva o Brasil.
10 mil anos de cultura, pesquisa, invenções. Grande China. Na década de 70 o PIB brasileiros era maior que o da China. Hoje a China é a segunda maior potência econômica e militar do planeta, sem oprimir ou atacar outras nações. Viva os BRICS. VIVA a China e viva o Brasil.
Fale sobre o trabalho escravo na China, por obséquio? Como eles conseguem vender aqui dentro do país mais barato que quem produz aqui?