Sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
18°
Light Drizzle

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Cientistas do Chile recomendam uma 3ª dose da CoronaVac para aumentar a eficácia da vacina

Compartilhe esta notícia:

Imunizante produzido pelo Instituto Butantan foi aprovado para uso na faixa etária de 6 a 17 anos. (Foto: Reprodução)

Os líderes do ensaio clínico que tem testado a CoronaVac na população do Chile recomendaram a aplicação de uma terceira dose da vacina desenvolvida pela Sinovac contra a covid-19.

De acordo com eles, os níveis de anticorpos gerados pelo imunizante foram baixos seis meses após a segunda aplicação. A Organização Mundial da Saúde (OMS), porém, já disse que faltam evidências científicas contra uma dose de reforço e se manifestou contrária a planos de governos e farmacêuticas nesse sentido.

Os pesquisadores disseram ainda que um ensaio in vitro para determinar a eficácia da CoronaVac contra a variante Delta, identificada originalmente na Índia, apontou que ela tem um quarto da eficácia na neutralização contra a nova cepa. Antes, um estudo conduzido por cientistas da China havia indicado que o efeito do imunizante era reduzido em um terço contra a cepa identificada originalmente na Índia.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, o responsável pela fabricação da CoronaVac no Brasil, afirmou recentemente que avalia a “possibilidade de um reforço anual da vacina (que não deve ser confundido com uma terceira dose)”.

Ainda em março, o presidente da Sinovac declarou que a empresa estava trabalhando em uma atualização da vacina para combater as variantes do coronavírus, sem mencionar à época se havia realmente a necessidade de uma dose de reforço do imunizante.

Segundo dados do governo chileno, no último mês, a quantidade de pacientes com mais de 70 anos internados em UTIs caiu de 372 para 342. Já nos pacientes entre 60 e 70 anos a queda foi mais acentuada: no dia 7 de abril, eram 783. Na sexta-feira, 667. Na faixa que vai dos 50 aos 59 anos, a queda teve início há 13 dias, com diminuição de pouco mais de 7%.

Serrana

O Instituto Butantan avalia a aplicação de uma dose de reforço da vacina contra covid-19 CoronaVac nos moradores da cidade de Serrana, no interior de São Paulo, onde um estudo com vacinação em massa foi realizado pela instituição.

De acordo com o diretor do instituto, Dimas Covas, o resultado da pesquisa feita no Chile gerou a recomendação da aplicação de uma nova dose da CoronaVac.

A ideia do Butantan é justamente monitorar a duração da proteção dos vacinados em Serrana e avaliar se há, de fato, a necessidade de uma dose de reforço do imunizante, que é produzido no Brasil pelo instituto.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

WhatsApp para de notificar conversas arquivadas; saiba como usar a nova função
Eduardo Pazuello se reuniu com empresários que ofereceram CoronaVac como intermediários
Pode te interessar