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Mundo Cientistas produzem em laboratório glândulas lacrimais que “choram”

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As lágrimas de laboratório não descem de forma orgânica. (Foto: Reprodução)

Cientistas do Hubrecht Institute e do University Medical Center de Ultrecht, na Holanda, conseguiram desenvolver glândulas lacrimais que choram fora do corpo humano a partir de células-tronco. É a primeira vez que organoides deste tipo são desenvolvidos em laboratório.

Para cultivar os organismos sintéticos, os pesquisadores juntaram uma pilha de células-tronco em uma placa de Petri. A partir daí, elas cresceram como estruturas 3D que possuem o mesmo funcionamento das glândulas existentes dentro das nossas pálpebras superiores.

O objetivo da equipe é modelar e estudar doenças que têm relação com os olhos, como a doença do olho seco, a Síndrome de Sjögren, que causa irritação e vermelhidão e até mesmo ocorrências de câncer do globo ocular.

“No futuro, esse tipo de organoide pode ser transplantado para pacientes com glândulas lacrimais que não funcionam”, declarou Marie Bannier-Hélaouët, uma das autoras do estudo.

As glândulas lacrimais naturais produzem fluídos que passam pelos olhos sempre que nós piscamos. Esse liquido é drenado por pequenos furos nos cantos das pálpebras e descem até o nariz pelo canal lacrimal, fazendo que os humanos chorem segundo determinados estímulos.

As glândulas sintéticas ainda não são tão complexas assim, já que são feitas com apenas um tipo de célula, diferente dos organoides naturais, que possuem variados tipos de células. Por conta disso, as lágrimas de laboratório não descem de forma orgânica.

Uma diferença fundamental é que nossas glândulas lacrimais produzem as lágrimas de dentro para fora quando estimuladas. Para que as glândulas artificiais “chorem”, é necessário pingar uma solução nelas, fazendo-as inchar como um balão d’água e depois soltar o líquido.

Íris

De acordo com a naturopata Adriana Mendes, a íris não diagnostica doenças, mas dá pistas e conduz o terapeuta direto à fonte do problema. “Por exemplo, hipotireoidismo é uma condição cada vez mais comum e tende a crescer por causa dos maus hábitos.

Os exames de sangue falham em detectar a disfunção tireoidiana, na maior parte das vezes, mas a íris é implacável”, afirma ela, que é também iridologista. “Ela aponta a tireoide e ainda consegue demonstrar, pelas cores e relevos, se essa glândula se encontra hipoativa ou hiperativa”, complementa.

“As íris têm 70% de informações e nelas encontramos a localização de todos os órgãos e sistemas através do mapa (desenho)”, acrescenta Andréia Cardoso.

Os olhos são um microssistema, assim como ouvidos, pés, língua, dentes e todas as células. “A íris está ligada diretamente com o sistema nervoso, que é ligado ao nervo ótico hipotalâmico. Sendo assim, a iridologia é o estudo dela através de análises de alterações existentes, que são representadas por raios, mudanças de cores, buracos, pontos ou desenhos”, expõe Fabricio Bornaghi, terapeuta iridólogo e naturopata.

Com os sinais que a íris dá, é possível detectar o estado físico e emocional. “Encontramos nela os terminais nervosos do corpo e, em qualquer alteração, aparece um sinal na área. No caso das cirurgias, essas não ficam constatadas na íris porque a anestesia bloqueia o sistema nervoso”, observa.

É importante compreender que iridologia não é uma adivinhação, mas uma ciência para se fazer um diagnóstico. “Deve ser feito em ambiente adequado, com total privacidade e tranquilidade para o examinado, pois estará expondo a individualidade e a intimidade, não só em relação à saúde, mas também às emoções e à personalidade”, diz o terapeuta.

Os benefícios são vários, como saber sobre a saúde gastrointestinal. “O nível de intoxicação e de acidez, características psicoemocionais, a genética e a epigenética”, diz a iridologista Daiane Mucio da Silva. A partir da avaliação são propostas maneiras práticas e naturais para melhorar a saúde do paciente. “São predisposições que encaminhamos para exames detalhados, para, assim, concluir um diagnóstico, ou seja, não substitui exames clínicos. É um excelente aliado em conjunto”, diz ela.

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