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Colunistas Cinco deputados gaúchos assinam documento pedindo que governo Lula reconheça Hamas como grupo terrorista

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Deputado federal Bibo Nuns (PL) é um dos signatários do documento. (Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Um documento assinado por 61 deputados federais pede que o Ministério das Relações Exteriores e o governo Lula reconheçam um fato evidente: o Hamas como “organização terrorista”. O grupo terrorista atacou Israel no sábado (7) e desde então, mais de 2.000 pessoas foram mortas no conflito. O documento foi elaborado pelo deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) e foi endereçado ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Dos 61 signatários, 42 fazem parte do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), do Novo, Podemos, PP, União Brasil, Republicanos, MDB, e PSD. Da bancada gaúcha de 31 deputados, cinco assinam o documento: Mauricio Marcon (Podemos-RS); Bibo Nunes e Sanderson do PL, Pedro Westphalen; do PP, e Tenente-Coronel Zucco, do Republicanos.

Acredite: prefeitura de Eldorado do Sul perdeu prazo para cadastrar flagelados

Enquanto acontece uma mobilização de lideranças dos setores público e privado parra atendimento às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, o prefeito de Eldorado do Sul, Ernani Gonçaalves (PDT) conseguiu a proeza de perder o prazo para incluir o município na lista que habilita ao cadastro de pessoas que poderiam receber benefícios. Agora, o governo do estado emitiu novo decreto e reabriu o prazo para cadastramento dos municípios. Recomenda-se aos cidadãos de Eldorado do Sul ficarem de olho para que o prefeito não perca esta segunda oportunidade de cadastrar os moradores atingidos pelas enchentes.

Impulso para ferrovias no estado tem apoio suprapartidário

Num sinal de que o governo do estado está apoiando a iniciativa, o vice-governador Gabriel Souza (MDB) participou ontem de um painel na Assembleia Legislativa com deputados e representantes de federações empresariais e da Rumo Logística para debater a PEC do Transporte Ferroviário. A PEC pretende incluir o modelo de autorização, já previsto na Constituição Federal e em outros estados. Deputados de diversos partidos, da esquerda à direita, estão apoiando a proposta. A PEC, de autoria do deputado Felipe Camozatto (Novo), autoriza a concessão de ferrovias ao setor privado para o transporte de carga no Rio Grande do Sul. A proposta aguarda votação pela Comissão de Constituição e Justiça, onde já recebeu parecer favorável.

Nova negociação da dívida com a União tornou-se inevitável

O Regime de Recuperação Fiscal, instrumento que renegociou a dívida do Rio Grande do Sul com a União e que foi um dos destaques do debate da campanha eleitoral de 2022 no estado, volta à pauta. Na campanha eleitoral, o então candidato Onyx Lorenzoni (PL) contrariando a posição de Eduardo Leite, defendia que o acordo era danoso ao estado. Leite cobrava uma proposta alternativa. Agora, o estado deverá aderir à proposta de uma nova renegociação da dívida, que foi encaminhada pela Secretaria do Tesouro Nacional no último dia 3 ao Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Minas Gerais, estados que atualmente estão no regime de recuperação fiscal. A renegociação, segundo o governador Eduardo Leite, e a secretária da Fazenda Pricilla Santana têm afirmado em entrevistas, que tornou-se inevitável, sob pena do estado não ter condições de cumprir com as regras do Regime de Recuperação Fiscal assinado no ano passado, em razão de fatos inesperados, como a perda de R$ 5 bilhões de receita, decorrente da isenção do ICMS sobre combustíveis em 2022. A medida previa uma recomposição destas perdas aos estados, o que até agora não foi implementado de forma plena pelo governo federal. Os governos estaduais têm esta semana para analisar a minuta da proposta do governo federal, e fazer sugestões de mudanças no texto.

Câmara faz sessão conjunta para tratar da enchentes

As comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Desenvolvimento Urbano e de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional realizam audiência pública conjunta na terça-feira (17) para debater sobre os prejuízos das enchentes nas cidades mais afetadas do Rio Grande do Sul. O pedido para a realização do debate foi feito pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS). “Além das vidas perdidas, o impacto material do desastre natural na região, principalmente, do Vale do Taquari, é muito grande. A situação dos principais municípios afetados é caótica, tendo milhares de pessoas perdido todos seus bens materiais”, disse o deputado.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Miltch Mitch
12 de outubro de 2023 23:54

Como mente este vandeca.
Cadê a gostosona da carol?

Vanderlei Ochoa
12 de outubro de 2023 11:13

Vale o mesmo comentário… Por lado verdadeiro da história, Brasil do ESTADISTA LULA crescendo, se desenvolvendo, gerando milhares de empregos, com os programas sociais novamente funcionando, inflação sob absoluto controle, economia crescendo acima do esperado, salário mínimo com aumento real( Inflação total mais aumento real conforme crescimento econômico do ano anterior), DEMOCRACIA funcionando, marginais perdendo mandatos e sendo presos, terroristas do dia 08 janeiro sendo julgados condenados e presos, Brasil sendo reconhecido novamente por todas as nações do mundo, e mais infinitas coisas boas. Continua apoiando essa direita bolso-terrorista-golpista-osmar terra planista-cloroquinista-jóiazista. Tens ainda um bom público. continua usando a mídia… Leia mais »

Jorge Souza
12 de outubro de 2023 15:46

SÓ UMA PERGUNTA ESSES DEPUTADOS NÃO TEM MAIS O QUE FAZER, O POVO BRASILEIRO PRECISANDO DE LEIS E PROJETOS PARA BENEFICIAR A POPULAÇÃO, O QUE É QUE VAI MUDAR PARA NÓS BRASILEIROS SE O PRESIDENTE LULA FALAR QUE O HAMAS É UM GRUPO TERRORISTA, HÁ JÁ SEI PRA CAMPANHAS POLÍTICAS FUTURAS, AI VÃO USAR PRA ATNGIR OS ADVERSÁRIO, POLÍTICO SÓ PENSA NO FUTURO DELES E DE SEUS FAMILÍARES, O POVO QUE SE FO…………DA

Ck Ps
12 de outubro de 2023 17:03

bolsonaristas tentam se promover em todas situações, até no massacre de vidas numa das guerras mais complexas desde a 2 guerra. Contudo, dizer q hamas é grupo terrorista, o q todos já sabem, o problema estará resolvido. É mta simplorice

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