Quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
18°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Ministro do Desenvolvimento diz que o tarifaço dos EUA é “ilegal” e espera amenizar efeitos até dezembro

Compartilhe esta notícia:

Márcio Elias também afirmou que não deverá ser possível finalizar o processo de reciprocidade brasileiro, a respeito do tarifaço dos EUA, até dezembro

Foto: Marcelo Camargo/ABr
(Foto: Marcelo Camargo/Abr)

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, afirmou nesta quarta-feira (19) que o governo brasileira espera “aplacar minimamente”, ou seja, amenizar os efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos para o Brasil até dezembro.

Em entrevista, após o Fórum Saúde EMS Esfera – Soberania e Tecnologia: Impulsionando a Indústria Nacional, ele classificou a sobretaxa específica destinada ao país como “ilegal”, “indevida” e “abusiva”. Elias avaliou, também, que não deverá ser possível finalizar o processo de reciprocidade brasileiro, a respeito do tarifaço dos EUA, até dezembro.

“Acho que não dará não terá tempo para terminar antes de dezembro nenhum processo de reciprocidade mas a minha expectativa é que a gente consiga negociar e resolver ou pelo menos aplacar minimamente as questões com os Estados Unidos antes do final do ano”, declarou o ministro.

Em meados do mês passado, os EUA aplicaram uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. No processo, o governo Trump afirmou que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria.

No fim de julho, os Estados Unidos anunciaram outra sobretaxa sobre 60 países, incluindo o Brasil, com alíquotas variando entre 10% e 12,5%. A decisão, informou os EUA, foi resultado de uma investigação para punir países que adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

Ele defendeu que o Brasil continue negociando com os Estados Unidos, apesar da barreira comercial imposta por meio do tarifaço, mas que também se defenda – algo que pode ser implementado por meio do processo de reciprocidade.

O ministro explicou que, nesse processo de defesa comercial, foi concedido um prazo aos ministérios de 60 dias para coleta de informações sobre o que pode ser feito. “Nós vamos elaborar um relatório, daqui a provavelmente 60 dias, discriminando, detalhando quais são os aspectos mais relevantes da participação, da medida que foi imposta e quais os efeitos que ela possa reproduzir”, explicou Márcio Elias.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
César
19 de agosto de 2026 17:18

O Painho não disse: “Tá caro não compra!”???

Se não tem capacidade de negociar com os EUA. Vende pra Argentina.
Putz tá brigando com o Milei.

Vende pra Europa.
Putz a União Europeia excluiu o Brasil.

Vende pra China.
Putz é longe e fica mais caro a exportação.

Mas o IBGE falou que o Brasil tá Muito bem! Pra que precisamos de Dólares?

As casas da viúva
Grêmio faz treino técnico com foco no Bragantino pelo Campeonato Brasileiro
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x