Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 20 de fevereiro de 2022
Número de mortos já superou os registros das catástrofes de 1988 e 2011
Foto: ReproduçãoA tragédia provocada pelo temporal do dia 15 de fevereiro pode ser considerada a maior da cidade de Petrópolis, na região serrana do Rio. Com mais de 150 mortes já confirmadas, o número superou o registrado em 1988, quando 134 pessoas morreram após um intenso temporal, que causou deslizamentos e enchentes.
Em 2011, a cidade de Petrópolis também foi atingida por fortes chuvas e 73 perderam a vida. Foi o ano em que o Brasil passou por uma das piores catástrofes climática do País — centenas de pessoas morreram na cidade vizinha, em Friburgo, também na Região Serrana do Rio.
Ao longo da semana, especialistas já falavam em tragédia anunciada. O engenheiro geotécnico Luís Carlos de Oliveira, um dos responsáveis pelo (Plano Municipal de Redução de Risco) elaborado em 2017 e encaminhado à prefeitura da cidade naquele mesmo ano, diz que diversas medidas que deveriam ter sido tomadas anos antes mal saíram do papel. O problema da ocupação urbana, não somente deixou de ser resolvido, como piorou ao longo do tempo, segundo ele.
“Todas as reflexões feitas após o estudo alertaram para questões estruturais de urbanização e de soluções de habitação. Em toda a região onde ocorreu a catástrofe, foi observado um adensamento com aumento e intensificação da ocupação nesses últimos anos”, destacou o especialista.
O Plano Municipal de Redução de Risco elaborado e divulgado em 2017 indicava que mais de 15 mil residências no primeiro distrito de Petrópolis estavam em áreas de risco alto e muito alto para deslizamentos de terra. Foi justamente esta a região mais impactada pelas chuvas de terça-feira (15) no município.
No total, havia 27.704 casas em regiões de risco alto e muito alto, em locais em grande parte dentro de áreas de preservação permanente. A cidade imperial, como Petrópolis é nacionalmente conhecida, é suscetível a fortes chuvas devido à sua topografia. Mas as ocupações irregulares em encostas e em áreas de proteção permanente são fatores condicionantes no impacto de eventos climáticos extraordinários como o que se viu.
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Vamos ter a comoção pelas perdas das vidas, mas a saga continua! Os quase R$ 6,00 bilhões do Fundão, devem resolver os problemas, certamente ou não?
A secretaria que deveria fazer obras de contenção em Petrópolis desviuou 4 bilhões, governador amiguinho do Lula e do Bolsonaro então de quem é a culpa?É das chuvas??É do povo que não tem para onde ir ou é do PODER PÚBLICO QUE DESVIA DINHEIRO DO POVO E É INCOMPETENTE PARA FAZER QUALQUER COISA NESSE PAÍS ESSES CARAS DEVERIAM ESTAR NA CADEIA , MAS COM UM STF ARCADO PELO FACHIN, GILMAR, RICARDO, TOFFOLI , CÁSSIO (DO MITTOOOO), ANDRÉ MENDONÇA (O PETISTA) que libertam bandidos corruptos como o LULA, DIRCEU E NÃO PRENDEM BOLSONARO estamos fod,…..e mortos.