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Armando Burd Começa a corrida

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A partir da rejeição de Messias no Senado, o presidente da República provavelmente precisará intensificar as negociações de suas indicações ao Supremo antes de enviá-las ao Senado. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

De um lado, excesso. O PSDB tem quatro pretendentes para concorrer à Presidência da República: Geraldo Alckmin, Aécio Neves, José Serra e Marconi Perillo. Os tucanos discutem a forma de escolha, que poderá ser uma prévia, mas ainda estão longe do consenso.
Do outro lado, escassez. O PT só tem Lula, que balança na corda e tem seu futuro nas mãos do Ministério Público Federal. O PMDB também não conta com liderança que unifique e ainda depende do desempenho do governo nos próximos 12 meses.
O que pode ocorrer: o surgimento de um candidato-cometa, sem vivência na vida pública e que encante os eleitores.

INEVITÁVEL

Integrantes do alto escalão da Secretaria da Fazenda dizem, reservadamente, que os repasses dos duodécimos ao demais Poderes sofrerão atrasos a partir de 2017.

À ESPERA

O regime interno impede que Rodrigo Maia seja reeleito presidente da Câmara dos Deputados. Se couber ao DEM uma nova indicação, Onyx Lorenzoni estará entre os cotados.

EM DEBATE

Nove entre cada dez especialistas no assunto indicam o ponto de partida para modificações na Previdência do setor público: não há caixa que possa devolver a qualquer de seus beneficiários em aposentadorias muito mais do que recebeu de contribuições.
As medidas que o governo federal vai propor são autoexplicativas.

INCERTO E NÃO SABIDO

Há uma tensão indisfarçável em Brasília e expectativa em todo o País diante das próximas revelações da Operação Lava Jato, que veio para estancar roubalheiras de agentes públicos em conluio com segmentos privados. Este é o momento irreversível de assepsia.

CORTINA DE FUMAÇA

Em 2000, quando passou a vigorar a Lei de Responsabilidade Fiscal, a oposição se muniu de toda a sua artilharia para condenar. Alegou que “seria o fim do País”. Passados 16 anos, os que condenavam tornaram-se réus por conta de crimes graves contra o setor público.

MAIS ATUAL DO QUE NUNCA

Frase que editoriais de jornais publicam há décadas: “O Brasil se defronta, em matéria de impostos, com uma verdadeira saturação, tanto pelo extenso campo de incidência quanto pela elevação de suas taxas.”

O HÁBITO

Com a montagem dos secretariados municipais, abre-se a temporada de conhecidos discursos sem pontos finais, substituídos por etcéteras e reticências.

INTERESSE NA BILHETERIA

Avolumam-se os pedidos de novos registros no Tribunal Superior Eleitoral. Com isso, monta-se o cenário da película “Pequenos partidos, grandes negócios”. Enriquecerá a série Vivaldices Variadas.

RÁPIDAS

* Demoraram décadas para perceber que as finanças dos Estados andavam enfermas. Agora, nem UTI salva.

* O próximo passo será a criação de núcleo, no Piratini, para localizar e fechar ralos do desperdício.

* Raro: o eleito Jorge Pozzobom disse que receberá a Prefeitura de Santa Maria em boa condição financeira.

* Cabos eleitorais e militâncias terceirizadas cobram a conta de tesoureiros de campanhas.

* O que mais se ouve nos gabinetes de transição das prefeituras: aos vencedores, a crise.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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