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Economia Congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento será oficializado nesta segunda-feira

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Distribuição dos cortes só será divulgada no fim do mês

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Distribuição dos cortes só será divulgada no fim do mês. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

A equipe econômica oficializará, nesta segunda-feira (22), o congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento de 2024. A suspensão dos valores constará do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, a ser enviado na tarde de segunda ao Congresso Nacional.

Na última quinta-feira (18), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, antecipou o anúncio do congelamento, em meio à disparada do dólar às vésperas do envio do relatório. Dos R$ 15 bilhões a serem suspensos, R$ 11,2 bilhões serão bloqueados; e R$ 3,8 bilhões, contingenciados.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

A distribuição dos cortes pelos ministérios só será divulgada no fim do mês, quando for publicado um decreto presidencial com os limites de gastos por ministérios. Pela legislação, o detalhamento do congelamento deverá ser publicado até dez dias após o envio do relatório ao Congresso.

Em março, o governo tinha bloqueado R$ 2,9 bilhões em gastos discricionários (não obrigatórios) do Orçamento. O bloqueio foi necessário para garantir o cumprimento do limite de gastos do arcabouço fiscal.

Com a aprovação da lei que retomou a cobrança do Dpvat (Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito), o governo havia liberado os R$ 2,9 bilhões em maio. Isso ocorreu porque a lei continha um “jabuti” que liberou R$ 15,8 bilhões do teto de gastos.

A liberação do dinheiro estava prevista no arcabouço fiscal, caso a arrecadação tivesse crescimento acima do previsto. Em política, o termo jabuti significa a inserção, em uma proposta legislativa, de um assunto sem relação com o texto original.

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Vanderlei Ochoa
21 de julho de 2024 12:45

ESTADISTA LULA…

Vanderlei Ochoa
21 de julho de 2024 12:53

A direitalha corrupta e golpista acusa o Ministro HADDAD de não ter conhecimento em Economia. “””Em outubro de 1986, Haddad foi selecionado para o mestrado em Economia da USP, que viria a concluir em 1990, depois de passar um ano (1989) elaborando a tese como aluno visitante da Universidade McGill. Prosseguiu a jornada acadêmica na USP cursando, entre 1991 e 1996, o doutorado em Filosofia.”””
FHC não era Economista e montou uma equipe para debelar a hiperinflação deixada pelos golpistas de 1964. Parabéns aos FHC e ao Ministro Haddad.

Glaucio Dos Santos Brum
21 de julho de 2024 13:52

O discurso patético é sempre o mesmo, tentando defender o indefensável com argumentos ridículos, acusando os erros outros (não que não estejam errados), a fim de disfarçar e justificar os dos seus pseudoídolos igualmente coruptos. Na verdade, comentários com parcialidade por parte de fanáticos, sejam de que lado for, não possuem relevância nenhuma.

Vanderlei Stefani
21 de julho de 2024 15:16

É preciso investigar quem financia a campanha contra Haddad
Há um movimento orquestrado de difusão de fake news contra Haddad
– Desde Primeiro de janeiro deste ano até 18 de julho, o ministro Fernando Haddad foi mencionado 2 milhões de vezes, o que resulta em uma média de 10.050 citações por dia.

Por seu volume e foco trata-se de uma campanha de evidentes intenções políticas baseadas em mentiras.

João Fernando Zacher
21 de julho de 2024 19:25

Já vimos essa história da carochinha… A gente traça uma META. depois que atinge a meta a gente dobra a meta… Coloca tudo na NUVEM.. não sei que nuvem é essa, mas a gente coloca na nuvem… depois pega parte desse dinheiro e compra vento e armazena ele até o verão. A outra parte a gente compra deputados para votar a favor da nossa META. Outra parte, compra Senadores para engavetar mais uns três pedidos de IMPEACHMENT que chegarem nesse período, lá no Senado. O Rodrigão garante tudo na gaveta, para poder viajar com a equipe do Lalau para a… Leia mais »

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