Quinta-feira, 23 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 8 de setembro de 2022
Presidente do Congresso destacou o caminho do Brasil até independência
Foto: Pedro França/Agência SenadoCom sessão solene conjunta da Câmara e do Senado, o Congresso Nacional comemorou nesta quinta-feira (08) o Bicentenário da Independência do Brasil. Em seu discurso, o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), destacou o caminho do Brasil até a sua independência, ressaltou o papel da Constituição Federal de 1988, com a qual, observou, o Brasil deu “uma guinada definitiva no sentido da liberdade e da democracia”.
“Seus fundamentos, fortalecidos por meio do reconhecimento legítimo dos brasileiros aos Poderes constituídos, serviram e servirão para enfrentarmos alegóricos retrocessos antidemocráticos e eventuais ataques ao Estado de Direito e à democracia. Isso é irrefutável, isso é irreversível”, declarou.
Também presente à sessão, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), lembrou que este ano do Bicentenário da Independência brasileira coincide com o ano de eleições presidenciais e de eleições legislativas federais, distrital e estaduais.
Ele discursou sobre o fortalecimento da democracia por meio do voto consciente, classificando o ato como “a chance de os cidadãos brasileiros fortalecerem nossa democracia e este Parlamento, de modo que ele continue a exercer a importante tarefa de acolher diferentes aspirações e transformá-las em balizas coletivas.”
Autoridades
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Augusto Aras, além de parlamentares e representantes de delegações de vários países, entre as quais o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo também participaram da sessão.
O evento constava na agenda do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas ele não compareceu e nem informou o motivo da desistência. Entre os ex-presidente da República, José Sarney e Michel Temer compareceram. Já Fernando Collor de Melo, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff justificaram suas ausências e enviaram mensagens pela data.
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Mais isolado…na liderança.
Bolsonaro a cada día máis isolado.
Defesa deles mesmos. Todos com olheiras, não dormiram bem no feriado e acordaram com a cabeça inchada. Cadê o povo nessa foto?
Os mesmos congressistas que se esquecem do plebiscito sobre o desarmamento, que nunca foi respeitado, vem agora arrotar democracia.
Querem democracia só quando convém. Quando não convém, o povo é tratado como inimigo.
Na verdade, só lembram do povo a cada eleição. Assim que a eleição terminar, democracia será esquecida em troca de mensalão, auxílio moradia, rachadinhas e outras tantas….
E a população não foi convidada?
“Defensores da democracia “.
“Separação de Poderes”, é cômico esses aí.
Ainda continuam com esse mimimi?
Democracia, em essência, é a livre manifestação do povo nas ruas!
Onde eles estavam ontem?
Escondidinhos?
Milhares de pessoas nas ruas em todo o Brasil!
Sem uma lixeira virada, sem quebra-quebra…
Doeu, né ???? kkkkk
Em 1822 a Independência do Brasil foi outorgada aos brasileiros por Dom Pedro I, ou seja, os brasileiros não a conquistaram. Porém, trancorridos 200 anos, urge que os brasileiros reafirmem a soberania nacional, as liberdades individuais, o pacto federativo, a autonomia econômica pessoal, garantia de propriedade, patrimônio, segurança e privacidade e para que isso se concretize Bolsonaro tem que ser reeleito presidente do Brasil até 2027!