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Economia Conta de luz ficará mais cara para os brasileiros em maio

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Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A bandeira tarifária para o mês de maio será amarela, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (24). Isso representa um adicional de R$ 1,88 a cada 100kWh na tarifa. A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora, com impacto sobre mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país.

Entre janeiro e abril, a bandeira tarifária foi mantida na cor verde, devido a índices considerados satisfatórios nos reservatórios das usinas hidrelétricas. A Aneel registrou no entanto que há uma “redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.”

Em nota, a agência destacou que “os consumidores devem cultivar bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.”

Em alguns casos, os reajustes foram atenuados pelo diferimento tarifário, mecanismo que autoriza o repasse de parte dos custos apenas nos próximos ciclos tarifários.

Com isso, o aumento na conta de luz fica menor no curto prazo, como previsto nos Procedimentos de Regulação Tarifária (Proret).

O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras. Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz. Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:

– bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
– bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);
– bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);
– bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

A conta de luz é um dos principais pontos de atenção do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Projeções recentes da Aneel apontam uma alta média de 8% para este ano, ou seja, acima da inflação. O dado consta no boletim InfoTarifa, publicado trimestralmente pela agência. O Executivo chegou a vislumbrar uma proposta de empréstimo para conter o impacto dos reajustes, mas a medida já nasceu com divergências dentro do próprio governo e acabou submergindo. (Com informações do portal de notícias g1)

 

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César
25 de abril de 2026 23:33

Culpa de quem?
Segundo o COMEDOR de PACA.
Culpa do Bolsonaro
Do campos Neto
Do Trump
Do Bolsonaro
De Israel
Do agro fascista
Da família conservadora
E também do Bolsonaro

Tche que vara
25 de abril de 2026 08:47

Cultivar bons hábitos e economizar luz ? A um mes atrás saiu uma.reportagem.q o brasil produz mais energia helênica do que consome . As eólicas e energia solar tavam.recebendo valores por que tavam.gerwndo mais do que o cisterna nacional co segue distribuir e pra kao deixar no prejuízo e nao dar sobre carga na rede tavamdesligando o sistema e recebendo o valor q ravam desperdiçando de produção! O que tá faltando e gestão na distribuição e melhorar a distribuição!

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