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Economia Conta de luz seguirá na bandeira vermelha 2 em setembro, a mais cara das tarifas extras

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Custo de 100 kilowatt-hora permanece em R$ 9,492.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Valor de encargos e taxas cresceu quase 50% nos últimos quatro anos, segundo levantamento da Abrace. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, nesta sexta-feira (27), manter a bandeira vermelha, patamar 2 (a mais cara das tarifas extras), para o mês de setembro. Com isso, o custo de cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido continua sendo de R$9,492. Segundo a agência, o mês de agosto, que está chegando ao fim, manteve o estado crítico dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país.

“Agosto foi mais um mês de severidade para o regime hidrológico do SIN (Sistema Interligado Nacional). O registro sobre as afluências às principais bacias hidrográficas continuou entre os mais críticos do histórico. A perspectiva para setembro não deve se alterar significativamente, com os principais reservatórios do SIN atingindo níveis consideravelmente baixos para essa época do ano”, informou a Aneel.

Em períodos de seca, e consequente baixa nos níveis dos reservatórios, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Além de ser mais poluente, é mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda.

Dentre as dicas trazidas pela Aneel para reduzir o valor da conta de luz, estão o uso racional do chuveiro elétrico (banhos de até 5 minutos e em temperatura morna); do ar condicionado (manter os filtros limpos e reduzir ao máximo seu tempo de utilização); da geladeira (só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário, regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções e nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira); e do ferro de passar (juntar roupas para passar de uma só vez e começar por aquelas que exigem menor temperatura).

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Adroaldo Mousquer
28 de agosto de 2021 13:54

Viram como é fácil resolver o problema? Aumenta o preço e deu. Tá resolvido. Cadê o governo? Tá passeando nas motociatas.

Salus Miranda
28 de agosto de 2021 14:08

O mala o problema é a geração da energia, se as hidroelétricas funcionam com pouca capacidade tem que ser acionadas as TERMOELÉTRICAS, que para funcionar e te abastecer, é necessário o petroleo ou cartvão mineral. Obiviamente estes combustíveis são mais caros que a agua das represas.

Ck Ps
28 de agosto de 2021 21:09

era só tirar a esquerda….tirou e agora melhorou? kkk acho q não hein

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