Sexta-feira, 18 de Setembro de 2020

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Saúde O Brasil registrou 514 mortes pelo coronavírus nas últimas 24 horas, chegando ao total de 94.130 óbitos

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País registrou mais 514 mortes nas últimas 24 horas.

Foto: Anselmo Cunha/PMPA
País registrou mais 541 mortes nas últimas 24 horas. (Foto: Anselmo Cunha/PMPA)

Mais 514 pessoas morreram por causa do coronavírus no Brasil, conforme registros oficiais neste domingo (2). Com isso, o total de mortos chega a 94.130 desde março – 45 casos a cada 100 mil habitantes. As informações são do Ministério da Saúde e estão disponíveis na internet.

De acordo com a atualização dos dados deste domingo (2), 25,8 mil pessoas foram infectadas pelo vírus desde sábado (1º). O balanço totaliza 2,733 milhões de casos de contaminação pelo novo coronavírus – 1.301 casos a cada grupo de 100 mil habitantes. Segundo o Ministério, 1,883 milhões de pessoas recuperaram a saúde depois da infecção.

A Região Sudeste registra um total de 942.948 casos de infecção por covid-19, seguida pela Região Nordeste com 878,1 mil casos. No Norte do país, somam 414.492 casos. No Centro-Oeste, 259.509 casos. E no Sul, 238.627 infectados.

O Estado de São Paulo chegou neste domingo (2) aos 23.317 óbitos causados pela covid-19. Em 24 horas foram registradas 81 mortes causadas pelo novo coronavírus, e 6.367 novos casos, de acordo com boletim divulgado neste domingo pelo governo estadual com os dados mais recentes.

Desde o início da pandemia até hoje foram contabilizados no estado de São Paulo 558.685 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados, 369.859 pessoas estão recuperadas, sendo que 70.724 após alta hospitalar.

O número de pacientes internados é de 13.775, sendo 7.892 em enfermaria e 5.883 em unidades de terapia intensiva (UTI), em estado grave. A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 62,4%, enquanto na Grande São Paulo ele é de 61,6%.

Dos 645 municípios, houve pelo menos uma pessoa infectada em 642, sendo 474 com um ou mais óbitos.

Aglomeração nas praias do Rio

No primeiro domingo após a autorização da volta dos banhos de mar, depois das proibições para evitar maior disseminação do novo coronavírus, as praias do Rio de Janeiro mais uma vez registraram casos de desobediência às orientações da prefeitura. Os cariocas começaram no sábado (1º), a Fase 5 do Plano de Retomada das Atividades da Prefeitura.

No Flamengo, em Ipanema, no Leblon e em Copacabana, na zona sul da capital, além de aglomerações havia muita gente deitada e sentada em cadeiras na areia, contrariando as determinações que proíbem esta prática. O mesmo ocorreu na Barra da Tijuca, na zona oeste. Mas esta não era a única medida não cumprida. Muitos dos banhistas não usavam máscaras de proteção facial.

Embora sem uma presença constante, em algumas praias, o policiamento fez abordagem para pedir que os banhistas não permanecessem na areia e não participassem de jogos coletivos. Após a saída dos policiais, no entanto, os banhistas voltavam para a areia. Os esportes coletivos sem competições, como vôlei e futevôlei, podem ser praticados, mas somente de segunda a sexta-feira.

Os vendedores ambulantes, uma característica das praias do Rio, também foram autorizados a voltar às atividades na Fase 5, desde que não vendam bebida alcoólica e ofereçam apenas comida industrializada. O mesmo vale para as barracas fixas que são montadas na areia com permissão de funcionar das 7h às 18h. Elas também não podem alugar cadeiras e nem guarda-sóis.

Outros pontos de aglomeração foram as ruas e avenidas fechadas para áreas de lazer. Nas avenidas Delfim Moreira, no Leblon, e Vieira Souto, em Ipanema, a movimentação era semelhante a antes da pandemia de covid-19. Caminhadas e o uso de bicicletas e de skates foram os preferidos. Muitos não usavam máscaras.

Ainda na Fase 5, a prefeitura estendeu até 1h o funcionamento de lanchonetes, bares, restaurantes, cafés, padarias e estabelecimentos semelhantes. Apesar disso, permanece suspenso o sistema de self-service e música ao vivo.

As lojas dos shoppings voltaram a funcionar no horário normal das 10h às 22h, mas as praças de alimentação estão restritas à metade da capacidade. A capacidade máxima de público permanece em dois terços, incluindo os estacionamentos, respeitando o distanciamento de dois metros entre as pessoas. O comércio de rua pode abrir às 9h aos sábados e também aos domingos.

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