Sexta-feira, 15 de maio de 2026
Por Cláudio Humberto | 14 de maio de 2026
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
O atônito PT parece, também, esquecido ao ignorar que o filme “Lula, o filho do Brasil” foi bancado por ao menos quatro empresas que, tempos depois, foram reveladas como corruptoras e protagonistas de um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: a Lava Jato. O pastelão, de 2009, recebeu caminhões de dinheiro das empreiteiras Odebrecht, Camargo Correa e OAS, que mais tarde viram seus controladores atrás das grades. Outra que colocou grana no filme de Lula foi a manjada JBS.
Era o presidente
Diferente de Jair e Flávio Bolsonaro, Lula estava na Presidência da República quando as empresas bancaram o filme.
Passa no caixa
Em dezembro de 2009, empreiteiras patrocinadoras do filme assinaram ao menos cinco contratos com a Petrobras. No total: R$8,9 bilhões.
Antro conhecido
Os contratos envolviam a refinaria Abreu e Lima, antro de corrupção. Em janeiro de 2024, Lula achou uma boa ideia retomar as obras paralisadas.
Telefone vermelho
A JBS, de Wesley e Joesley Batista, até fez delação premiada. Hoje, com livre trânsito no governo, Lula até usa telefone dos irmãos para ligações.
Gravações fazem sangrar pré-candidatura de Flávio
É devastador para Flávio Bolsonaro (PL-RJ) o impacto dos áudios em que ele cobra do banqueiro Daniel Vorcaro dinheiro para a produção de filme sobre seu pai, estrelado pelo ator Jim Caviezel. Representa um golpe arrasador. O total de R$ 61 milhões virou munição letal. Os áudios fazem “sangrar” a pré-candidatura de Flávio e podem até mesmo inviabilizar o projeto. Cobrar dinheiro de um tipo como Vorcaro pode fazer dele um fardo tóxico quando se aproximava do eleitorado moderado.
Acesso ao inferno
Nos diálogos, Flávio cobra o cumprimento do contrato de financiamento de um banco de má fama para um projeto familiar de alto custo.
Imagem que cola
Os áudios transformam a rejeição ao senador, herdada do ex-presidente, em indignação. Pedir dinheiro a Vorcaro é o tipo de imagem que cola.
Não tem volta
Em um país ansioso por ética pública, senador cobrando R$ 61 milhões de um banqueiro envolvido em corrupção pode ser o fim do caminho.
Transparência é a chave
Flávio Bolsonaro demorou a se manifestar sobre Daniel Vorcaro e até a apoiar a CPI do Banco Master. E, ao esconder o contrato de patrocínio do filme, virou alvo fácil dos adversários. Não será fácil se safar.
Flávio não negou
Flávio Bolsonaro confirmou as mensagens a Vorcaro e explicou que era iniciativa de um filho lutando para viabilizar filme sobre o pai “sem um centavo de verba pública ou Lei Rouanet”, era financiamento privado.
Seria sensato
Se a direita tivesse juízo, teria feito greve de fome na porta do Palácio dos Bandeirantes até Tarcísio de Freitas topar a candidatura presidencial. Mas juízo anda escasso e agora o governador já não pode ser candidato.
Vai melhorar
O deputado príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) celebrou a troca de comando no TSE, agora presidido por Kássio Nunes Marques, “abre uma lacuna de esperança” de eleições sem intromissão.
Tô fora
Rodrigo Pacheco (PSB-MG) deve mesmo ficar fora da disputa pelo governo de Minas Gerais, como era desejo de Lula. A desconfiança após rejeição de Jorge Messias para o STF terminou de enterrar o plano.
Recorte
Chama atenção o perfil do eleitor que registrou aumento na reprovação de Lula, na Quaest de ontem (13): é do Nordeste, recebe até 2 salários mínimos e é beneficiário do Bolsa Família.
Me erra
A oposição se animou após a posse de Kássio Nunes Marques como presidente do TSE. Não pelo ministro, mas pelo afastamento de Lula e Davi Alcolumbre, que não trocaram palavras durante a cerimônia.
Amor e ódio
Levantamento da ESPM-SP mostra que Neymar mexe com o torcedor brasileiro. Segundo a pesquisa, 56% da torcida quer o camisa 10 de volta à Seleção. Os que não convocariam “de jeito nenhum” somam 3,5%.
Pensando bem…
…Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro expõe o bolsonarismo virando refém de práticas que o eleitorado repudia.
PODER SEM PUDOR
Sai uma gelada!
Lucídio Portella Nunes era governador do Piauí, em 1982, quando participou da inauguração de uma fábrica da Antarctica. Ele carregava a fama de mal falar o português corretamente, o que, aliás, nunca dificultou a eleição, nem mesmo a presidente. Lucídio saudou, em seu discurso: “Agora temos uma fábrica da Antarctica para tomar Brahma a valer”. O que na época foi gafe, hoje certamente seria recebido como uma sacada inteligente pela Ambev, empresa que depois adquiriu as duas marcas.
(Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos – Instagram: @diariodopoder)
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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🚨 ATENÇÃO bebedores de Ypê, nova ordem:
Mercado financeiro já dá Flávio Bolsonaro como morto e aposta em Zema
PF pegou a quadrilha, dinheiro foi parar no Texas
“família Bolsonaro, Vorcaro e o banco master são uma coisa só”;
FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE
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Vocês estão bem?
Pela manhã, deu gargalhada e debochou dizendo que era tudo invenção de “militante”. À tarde, confessou tudo numa nota patética. Flávio Bolsonaro tem muito ainda que explicar sobre suas relações com o “irmão” Daniel Vorcaro.
Jornalista cabo eleitoral da direita golpista em suas meia verdades. Investimento Direto: O filme foi orçado em cerca de R$ 12 milhões e financiado inteiramente por meio de patrocínios diretos de empresas privadas e investidores. Empresas Envolvidas: Entre os patrocinadores estavam empresas como a Odebrecht, Camargo Corrêa, JBS, Oi e Volkswagen. Estratégia de Marketing: Como o filme não usou leis de incentivo (que exigem prestação de contas pública rigorosa e limites de captação), as empresas investiram em troca de exposição de marca e participação nos resultados, tratando o projeto como um investimento de marketing e publicidade. O custo de produção… Leia mais »
“Deus, Pátria, E Quadrilha”! Poderá serTítulo de um filme,num futuro próximo, que conta a história de uma família que era formada de “conservadores, Militares e “crentes “, que achou na política um meio de meter a mão no dinheiro público, sem dó nem piedade, escondidos atrás de uma falsa honestidade! A mim nunca enganaram!
Colunista cabo eleitoral da direita golpista e corrupta tem alto ciúmes do ESTADISTA LULA. Defende os fascinoras da direita golpista com unhas e dentes. Ataca o governo do ESTADISTA LULA e o poder judiciário todos os dias. Usa argumentos contra o PT para tentar a.enizar os crimes cometidos pela direita golpista que defende. Tudo tem explicação: colunista cabo eleitoral da direita golpista fez parte do governo mais corrupto de todos os tempos ( auferir cargos a época). COLLOR foi impichado em 1992 e o colunista perdeu a boquinha nas tetas do estado. De lá para cá vem conspirando contra o… Leia mais »
“A mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”…
Mas foi Flávio Bolsonaro que usou dinheiro do banco Master! Ou só tu não viu?? Ninguém está falando de Lula, mas sim do ladrão do Master @
Não pode dar margem para ser acusado de alguma coisa,
Sabe muito bem que a esquerda gera uma narrativa forte , lembra do golpe de estado , foi criado e o Bolsonaro está onde está , então mesmo que era uma dívida não era o momento para cobrar nada , não pensou , agora vai ser criado uma grande narrativa